Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Os aditivos antimicotoxinas (AAM) serão abolidos?

Valorização de pesquisa técnica, cuidados na utilização de produtos e a dependência aos aditivos antimicotoxinas (AAM) no mercado de aves são abordados por Carlos Mallmann.

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Em 1996 foram desenvolvidos os primeiros trabalhos experimentais na área universitária visando testar o grau de eficácia dos aditivos antimicotoxinas (AAM) disponíveis no mercado de aves brasileiro. Era o início de uma parceria fundamental entre empresas e laboratórios das universidades. Em catorze anos, a legislação que protege os direitos do consumidor também avançou. Os bons resultados já podem ser comprovados. Entre 2005 e 2010, das 117 avaliações in vitro feitas de produtos AAM, 42 foram aprovadas. Parece pouco, mas o controle de qualidade dos aditivos e a segurança garantida aos produtores de aves representam um ganho significativo.

Durante a palestra “Os aditivos antimicotoxinas (AAM) poderão ser abolidos?”, realizada durante a AveSui América Latina 2010, Carlos Augusto Mallmann, médico veterinário e docente da Universidade Federal de Santa Maria (RS), destacou o desafio de integrar a pesquisa acadêmica às necessidades práticas de quem está na base do processo produtivo do setor. “Nos últimos quinze anos recuperamos o terreno perdido quanto à pesquisa, mas é preciso colocar esses resultados nas mãos dos usuários. O desconhecimento de que há testes técnicos dos aditivos AAM à disposição de quem produz aves ainda é grande”.

A grande maioria dos produtos que combatem os males causados por micotoxinas tem como elemento básico as cinzas vulcânicas. Isto dificulta a produção e eleva os preços junto aos usuários. Na realidade brasileira ainda não se pode abolir o uso dos AAM. A pesquisa avnaço, mas faltam cuidados rígidos por parte dos produtores e maior disseminação de informações técnicas. “A dúvida do avicultor sobre a real eficácia ao usar um AAM gera insegurança e muitas vezes prejuízos na produção. Os laboratórios buscam qualificar os seus produtos, mas o avicultor precisa estar atento para os parâmetros técnicos capazes de comprovarem se está no cominho correto ou não. As universidades oferecem serviços excelentes e de baixo custo. Os pintinhos não podem viver sem os AAM, mas é preciso controle laboratorial, pois depois não adianta querer recuperar os danos”, reforçou o professor Carlos Mallmann no encerramento da palestra.

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