Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Associação de Medicina dos EUA pede moratória para alimentos transgênicos

A Academia Americana de Medicina Ambiental pede moratória imediata para transgênicos.

A Academia Americana de Medicina Ambiental (AAEM – American Academy of Environmental Medicine) divulgou documento com posição sobre os alimentos geneticamente modificados, afirmando que “os produtos transgênicos representam um sério risco a saúde”, ao mesmo tempo em que pede uma moratória imediata. Citando vários estudos realizados com animais, a Academia dos EUA conclui: “Há mais do que uma associação casual entre os alimentos transgênicos e os efeitos adversos à saúde”.

No documento, a Academia ainda alerta: “Os alimentos geneticamente modificados representam um risco nas áreas da toxicologia, alergias, funções imunológicas, saúde reprodutiva, metabolismo, fisiologia e saúde genética.”

A Academia pede por uma moratória sobre os alimentos geneticamente modificados, implementação de testes de segurança de longo prazo imediatos e etiquetação dos alimentos transgênicos.

Ainda solicita que médicos alertem seus pacientes, a comunidade médica e o público para que evitem os alimentos geneticamente modificados, e que considerem o papel dos alimentos geneticamente modificados nas doenças de seus pacientes.

Solicita aos órgãos governamentais e científicos que façam mais estudos independentes de longo prazo que comecem a juntar dados para investigar o papel dos alimentos transgênicos na saúde humana.

“Vários estudos em animais mostraram que os alimentos geneticamente modificados causam danos a vários sistemas orgânicos no corpo. Com essa evidência volumosa, é necessário ter uma moratória sobre os alimentos transgênicos para a segurança de nossos pacientes e do público”, diz o médico Amy Dean, chefe do Paraná e membro do Conselho da Academia nos EUA.

“Os médicos estão provavelmente vendo os efeitos em seus pacientes, mas precisam saber como fazer as perguntas certas”, diz a médica Jennifer Armstrong, presidente da Academia. “Os alimentos geneticamente modificados mais comuns que são consumidos na América do Norte são a soja, milho, canola e óleo de algodão”.

O comunicado da Academia sobre alimentos geneticamente modificados pode ser encontrado aqui.

A Academia Americana de Medicina Ambiental é uma associação internacional de médicos e outros profissionais dedicados a mostrar os aspectos clínicos da saúde ambiental.

* Com informações da Agência Estadual de Notícias

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