Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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CTNBio aprova variedades de milho

Sementes transgênicas são resistentes a insetos. Órgão também libera 22 pedidos para pesquisa em biossegurança.

CTNBio aprova variedades de milho

Por 15 votos a favor e quatro contrários, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou ontem, em Brasília, a liberação para uso comercial de três novas variedades de milho geneticamente modificado (transgênico) no país.

Das três variedades, uma é resistente a insetos, outra é resistente a insetos e tolerante a glifosato MON 531 x MON 1445 e a última resistente a insetos e tolerante aos herbicidas glifosato e glufosinato. Além disso, o órgão aprovou 22 pedidos de liberação planejada no ambiente – para finalidade apenas de pesquisa.

Com essas novas liberações comerciais, o Brasil tem aprovadas nove variedades de milho transgênico. A próxima reunião plenária da CTNBio está marcada para o dia 15 de outubro.

Atualmente, variedades de milho geneticamente modificados são cultivadas em 19 países, segundo o Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (ISAAA).

Apesar da forte resistência de setores de sociedade aos alimentos geneticamente modificados, sobretudo nos países europeus, os grandes produtores de sementes com a tecnologia acreditam ser um caminho sem volta.

Em entrevista à agência “Reuters”, a alemã Bayer afirmou que pretende incrementar seus negócios com transgenia e desafiar a terceira posição da Syngenta neste mercado. “Sem biotecnologia não se vê o quadro inteiro”, disse o diretor da unidade Friedrich Berschauer. “Estou convencido de que é preciso combinar defensivos, sementes e biotecnologia”.

Segundo o executivo, a empresa pretende triplicar suas vendas anuais com sementes geneticamente modificadas para € 1,4 bilhão (US$ 2,1 bilhões) até 2018.

Apesar de ser o maior fornecedor de sementes de algodão transgênico, a Bayer mantém a sexta posição no ranking mundial de transgênicos. A liderança é da americana Monsanto, com vendas registradas na casa de US$ 6,4 bilhões em 2008 de sua unidade Seeds and Genomics. DuPont e Syngenta estão na segunda e terceira posição, respectivamente.

A Bayer planeja ainda investir 3,5 bilhões em pesquisa e desenvolvimento (P&D) somente nesse setor até 2018 e também mapear futuras aquisições para atingir suas metas de crescimento.

Segundo a empresa, o mercado mundial de sementes transgênicas deverá crescer a uma taxa anual de 6%, enquanto o de sementes convencionais aumentaria ao ritmo de 1% a 2%. Em 2008, 25 países plantaram sementes geneticamente modificadas. No Brasil foram aprovadas variedades transgênicas de soja, algodão e milho, perfazendo uma área de 15,8 milhões de hectares.

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