Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Revista

Suinocultura Industrial em foco: 7 dicas Agroceres PIC – “Como prevenir a síndrome do segundo parto”

O manejo adequado de fêmeas primíparas na suinocultura é essencial para garantir o sucesso reprodutivo e evitar falhas, como a Síndrome do Segundo Parto (SSP), que afeta a produtividade ao…
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Suinocultura Industrial em foco: 7 dicas Agroceres PIC – “Como prevenir a síndrome do segundo parto”

O manejo adequado de fêmeas primíparas na suinocultura é essencial para garantir o sucesso reprodutivo e evitar falhas, como a Síndrome do Segundo Parto (SSP), que afeta a produtividade ao reduzir o número de leitões no segundo parto. A seguir, apresentamos sete orientações técnicas para prevenir essa queda de desempenho e maximizar a eficiência reprodutiva.

  1. Peso Adequado à Primeira Cobertura
    O peso da leitoa na inseminação é crucial. O objetivo é alcançar um ganho de peso de 0,600 a 0,770 kg/dia, com o peso mínimo individual de 135 kg na primeira cobertura. Cerca de 80% das fêmeas devem estar entre 135 kg e 150 kg, e o restante entre 150 kg e 160 kg.
  2. Ambiência na Sala de Maternidade
    Manter a temperatura adequada, de 21°C no parto e gradualmente reduzida a 19°C durante a lactação, é essencial para estimular o consumo de ração e o desenvolvimento saudável das fêmeas.
  3. Atendimento ao Parto
    Monitorar o parto é fundamental. As fêmeas não devem ter jejum superior a seis horas, e o parto deve ser inspecionado a cada 20 minutos. Medidas não invasivas, como massagens e mudança de posição, ajudam a garantir a saúde da fêmea durante a lactação.
  4. Manejo Alimentar Pós-Parto
    O fornecimento de ração ad libitum após o parto é essencial para garantir a produção de leite e evitar a mobilização excessiva de reservas corporais. Água disponível em abundância também é determinante para o consumo de ração.
  5. Cuidados Durante a Lactação
    O período mínimo de recuperação uterina é de 18 dias, e o desmame não deve ocorrer antes desse período, exceto em casos de doenças. Em lactações prolongadas, monitore o desgaste corporal e ajuste o manejo se necessário.
  6. Curva de Arraçoamento Pós-Cobertura
    A correta mensuração do estado corporal das fêmeas permite ajustes na alimentação, garantindo melhor recuperação e desempenho reprodutivo. O uso do Caliper ajuda na avaliação precisa da condição corporal.
  7. Protocolos de Inseminação
    Atenção especial deve ser dada às fêmeas primíparas durante a inseminação intrauterina. Caso haja resistência ao cateter, a técnica de inseminação artificial tradicional com a presença do macho pode ser uma solução eficiente.

Essas práticas são essenciais para otimizar o manejo das primíparas, evitando a Síndrome do Segundo Parto e garantindo a longevidade e produtividade das fêmeas na granja

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