Saiba por que os preços do milho no Brasil estão nos menores níveis de 2025 com oferta elevada e capacidade de armazenagem restrita.
Preços do milho atingem mínimas de 2025 no Brasil com oferta elevada e capacidade de armazenagem restrita

Os preços do milho operam, neste começo de julho, nos menores patamares do ano na maior parte das regiões brasileiras acompanhadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). A pressão, segundo o Centro de Pesquisas, vem sobretudo da maior oferta do cereal no mercado à vista nacional, com vendedores demonstrando mais flexibilidade nos valores de negociação.
Ainda que o ritmo de colheita da segunda safra esteja abaixo do verificado em 2024, o Cepea já observa restrições na capacidade de armazenagem, o que contribui para a pressão sobre os preços. A baixa paridade de exportação também reforça o movimento de queda.
Do lado da demanda, pesquisadores explicam que muitos compradores estão adquirindo apenas lotes pontuais para consumo imediato, apostando na continuidade dos recuos nos preços.
Leia também no Agrimídia:
- •Avicultura e produção de milho: programa do Mapa destina R$ 3 bilhões para desenvolvimento sustentável na Caatinga
- •Mudança no Ministério: André de Paula como novo ministro da Agricultura
- •Sanidade na avicultura: doença de Newcastle avança na Alemanha e acende alerta no setor europeu
- •Produção de ração cresce na Alemanha e reforça demanda da suinocultura





















