A Bolsa de Chicago mostra queda nos grãos, com trigo, soja e milho em recuo. Entenda os motivos por trás das perdas
Abertura em queda para grãos em Chicago: trigo lidera perdas, soja e milho recuam

A Bolsa de Chicago (CBOT) abriu a sessão desta quarta-feira (30/7) com queda nos principais contratos de grãos, refletindo a ausência de fatores relevantes para a sustentação dos preços, segundo avaliação da consultoria Granar.
O trigo lidera as perdas, com os papéis para setembro recuando 0,57%, cotados a US$ 5,2675 por bushel. Entre os fatores baixistas estão o avanço da colheita no hemisfério Norte e a valorização do dólar frente ao euro, o que afeta a competitividade das exportações norte-americanas. A consultoria russa SovEcon elevou sua estimativa de exportações de trigo do país, passando de 42,9 milhões para 43,3 milhões de toneladas na safra atual. No ciclo 2024/25, os embarques russos somaram 40,8 milhões de toneladas.
A soja também apresenta queda, e os contratos com vencimento em agosto recuam 0,41%, negociados a US$ 9,7775 por bushel. O mercado segue pressionado pela ausência de novas compras chinesas da safra norte-americana e pela boa condição das lavouras nos Estados Unidos. A recente realização de lucros no segmento de óleo de soja também contribui para o movimento de baixa.
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O milho oscila levemente, com os contratos para setembro em queda de 0,06% na abertura, a US$ 3,8900 por bushel. A pressão sobre os preços reflete a falta de novos acordos comerciais com grandes compradores, as boas condições das plantações nos Estados Unidos e a entrada do milho brasileiro no mercado internacional.























