Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,77 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,67 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,47 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,42 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,64 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 138,26 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 139,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 153,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 155,16 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 129,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,05 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,09 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.572,66 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,93 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,65 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 153,79 / cx

“Contém transgênicos”

Exportadores de soja geneticamente modificada podem ser obrigados a gastar até 7% mais na hora de vender o produto ao exterior.

Compartilhar essa notícia

Da Redação 29/11/2005 – Os exportadores de soja geneticamente modificada podem ser obrigados a gastar até 7% mais na hora de vender o produto ao exterior. A estimativa é da organização não-governamental Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), divulgada com base em cálculos da Arcadia, uma consultoria belga.

Se formos considerar um custo adicional de 5% no complexo soja (farelo, grão e óleo) por causa das regras de biossegurança em discussão, o gasto poderia aumentar em US$ 500 milhões de na limpeza e controle de trens, silos ou portos, por exemplo explicou o representante no Brasil do serviço Internacional para Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (ISAAA), Anderson Galvão, afirmando que o Brasil pode perder competitividade no mercado internacional.

Representantes do setor privado alegam que os impactos no custo de produção das commodities só ocorrerão se o governo brasileiro aprovar a expressão “contém” no Protocolo de Biossegurança de Cartagena, um documento ainda em construção, adotado por 127 países, que prevê regras de biossegurança para os alimentos transgênicos comercializados no mercado internacional.

O protocolo está tentando criar regras que podem dificultar o comércio explicou o pesquisador do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Ícone), Rodrigo Abreu de Lima, justificando que grandes exportadores de soja (Estados Unidos e Argentina) não assinaram o documento por temerem perda de competitividade.

Segundo ele, adotar a expressão “pode conter” organismos modificados nas notas fiscais das cargas de alimentos transgênicos a serem exportadas seria a solução para não acarretar aumentos de custos.

Por enquanto, a posição do governo sobre o Protocolo de Cartagena ainda está indefinida. No próximo mês, a Casa Civil deve convocar uma reunião para discutir o assunto. O objetivo do governo é tentar diminuir a divergência entre a ala ambientalista do governo que defende o “contém” (Ministérios do Meio Ambiente, Desenvolvimento Agrário, Saúde e Justiça) e a área (Ministério da Agricultura do Desenvolvimento e da Indústria e da Ciência e Tecnologia) que apóia a expressão “pode conter”. A definição deve ocorrer em março de 2006, quando os representantes dos 127 países se reunirão em Curitiba, Paraná, para fechar uma posição sobre o protocolo.

Assuntos Relacionados
insumossoja
Mais lidas

Relacionados

Suinocultura Industrial 332
SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344