Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,37 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,41 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,97 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,85 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 201,42 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 202,23 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,81 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.251,47 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.107,94 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,54 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,95 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 182,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 198,59 / cx

Mapa estuda criação da Câmara Setorial da Soja

Representantes do setor agropecuário discutiram o assunto com o ministro Luiz Guedes Pinto.

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Redação (14/07/06)- O primeiro contato oficial das entidades do setor agropecuário com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luiz Guedes Pinto, nesta quarta-feira (12), em Brasília, foi considerado positivo. No encontro com os representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) Guedes Pinto disse que é favorável à criação da Câmara Setorial da Soja, uma reivindicação antiga do setor.

O presidente da Associação de Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Rui Prado, participou da reunião e afirmou que com a criação da Câmara, os sojicultores poderão ter um canal direto de negociação com o governo para todas as questões que envolvem a cadeia de produção.

Muitas vezes, nós não conseguimos resolver um problema olhando só pelo prisma do produtor rural. Nós temos que também ponderar a questão da indústria, das tradings, das multinacionais e, esta Câmara, vai congregar toda a cadeia para identificar os problemas e apresentar soluções para o governo que também integra o grupo, explicou.

Para os produtores rurais, a soja, pelo seu volume de negócios e extensão territorial é a maior cultura brasileira, por isso é estranho que ainda não exista uma Câmara Setorial. A reivindicação já havia sido feita ao então ministro Roberto Rodrigues que, na época, informou que existia a Câmara e Oleaginosas e Biodiesel para tratar dos assuntos relativos à cadeia da soja, mas os produtores não se sentiram confortáveis com esta alternativa, de acordo com Rui Prado, Por isso, nós reiteramos o pedido ao ministro Guedes e ele determinou que se crie a Câmara. O ministro já solicitou à área técnica do Mapa que tome as providências necessárias, neste sentido.

Prado substituiu o presidente licenciado da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Homero Pereira – candidato a deputado federal pelo PPS – no Grupo Técnico formado pela Comissão da Agricultura da Câmara Federal para discutir o pacote de medidas para o setor. Como representante da CNA no grupo, o presidente da Aprosoja acompanha as discussões das medidas estruturantes que ainda não foram viabilizadas pelo governo.

SEGURO RURAL

Segundo Rui Prado, o ministro Guedes Pinto, quer aumentar os recursos para o seguro rural. Um dos pontos que têm que ser definidos é o valor do seguro. A idéia é estipular o equivalente a 2% ou 3% do custo de produção.

O governo federal está disposto a subvencionar metade do prêmio do seguro, e a exemplo do Estado de São Paulo, que subvenciona uma parte do seguro agrícola, os Estado fariam o mesmo. Nós levaremos esta proposição para o governo de Mato Grosso, pelo menos para atender os pequenos produtores. Logicamente, vamos discutir primeiro qual a abrangência do seguro para depois definir o prêmio, ressaltou o presidente da Aprosoja.

Ele destaca ainda que este é o mecanismo que vai regular a produção e oferta de produtos no País e vai dar uma segurança maior tanto para o sistema financeiro, como para o produtor que sofre todo tipo de intempérie causado pela natureza.

O discurso do ministro Guedes Pinto agradou o setor agropecuário, que estava, até então, apreensivo em função da ligação dele com a questão da reforma agrária e o Movimento dos Sem Terra (MST). Para Rui Prado, o ministro chegou a surpreender ao demonstrar amplo conhecimento em sobre assuntos específicos.

O se colocou à disposição do setor agropecuário. Disse que vai tratar pessoalmente dos problemas que o setor está enfrentando. Relatamos todas as medidas emergências que foram implementadas e as estruturantes que ainda não saíram do papel e ele se mostrou companheiro, quer ajudar, demonstrou grande conhecimento da área em pontos específicos, o que é uma surpresa pra nós, Esperamos que ele nos atenda até com uma interlocução melhor do que com o ministro anterior que estava desgastado no governo, concluiu Prado.

Pesoja e Prepo
Ainda em Brasília, os produtores rurais de Mato Grosso apresentaram ao presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Jacinto Ferreira a proposta de uma nova regionalização dos leilões do Prêmio de Equalização da Soja (Pesoja) e do Prêmio de Equalização para o Produtor (Pepro), em Mato Grosso. A dimensão do Estado faz com que cada região tenha suas peculiaridades em relação ao mercado. No caso da região norte, a Aprosoja propõe que ela (a região) seja dividida em duas, considerando que há diferenças no preço praticado na região em municípios como Diamantino e Sinop. A entidade quer que a Conab crie mais uma região no Estado ou aumente o prêmio do leilão.

PACOTE AGRÍCOLA

Já no ministério da Fazenda não há o mesmo entusiasmo em relação à definição das medidas estruturantes. A discussão sobre a liberação da importação de agroquímicos, desoneração tributária entre outros itens fundamentais para a redução do custo de produção, não há nenhum encaminhamento. As entidades representativas voltaram a solicitar a renegociação de 100% da dívida de custeio de2004/2005, mas os bancos alegam falta de recursos e, portanto, o produtor continua com a negociação automática de 80% e os outros 20% dependendo da avaliação caso a caso.

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