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Rondonópolis produz 1 genérico nacional para o controle da ferrugem

O defensivo, que tem como princípio ativo o tebuconazole, está sendo industrializado apenas no município e na fábrica de Arapongas, no Paraná.

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Redação (18/09/06)-  A Nortox, fabricante paranaense de agrotóxicos com filial em Rondonópolis (210 quilômetros ao Sul de Cuiabá), é a primeira indústria brasileira a produzir um fungicida genérico para o controle da ferrugem asiática. O defensivo, que tem como princípio ativo o tebuconazole, está sendo industrializado apenas no município e na fábrica de Arapongas, no Paraná.

De acordo com o gerente de marketing da empresa, Artur Telles Del Vecchio, Rondonópolis concentra cerca de 25% da produção, que este ano será de cerca de 15 milhões de litros (l). Outros 45 milhões/l serão confeccionados no Paraná. O volume de produção vai depender da demanda do fungicida no mercado.

O produto, cujo nome comercial é Tebuconazole Nortox, está no mercado desde agosto, vendido em média a R$ 48 o litro. Com o defensivo, a empresa retornará ao segmento de fungicidas, uma vez que nos últimos anos a indústria direcionou a produção para os herbicidas e inseticidas. A previsão é que no primeiro ano o produto responda por cerca de 10% do faturamento da fabricante. A partir do segundo ano estaremos aptos a atender metade da demanda do produto no Brasil, ressalta.

Del Vecchio defende, porém, que as perspectivas ainda são acanhadas em função da crise pela qual passa o setor agrícola.

A valorização do real perante o dólar tem ocasionando o aumento do endividamento rural. Mas nosso investimento não é de cunho imediatista, afirma. Segundo ele, em função da tecnologia aplicada e da margem de lucro mais enxuta, o fungicida será mais competitivo que os concorrentes. Porém, o maior beneficiado será o produtor rural, já que, em função da competição pelo mercado, a tendência é que as demais fabricantes baixem o preço dos produtos com o mesmo princípio ativo. Ele cita que isto já aconteceu quando a Nortox começou a fabricar outros genéricos, antes produzidos apenas fora do país. É o caso, por exemplo, do herbicida Clorimuron.

Quando iniciamos a produção local do Clorimuron, os concorrentes vendiam o quilo do produto a US$ 180 [R$ 450]. Atualmente o valor se encontra em torno dos US$ 100 [R$ 250], frisa.

A Nortox foi a primeira empresa a fabricar um agrotóxico genérico no país, na década de 1960, por meio da produção de outro herbicida: a trifluralina. Além disso, a indústria foi a precursora no processo de síntese e fabricação do glifosato, por meio do Glifosato Nortox, em 1984.

Nesta época, o preço de mercado inviabilizava o uso do herbicida em larga escala. Com a entrada da empresa no negócio os preços foram baixando, o que foi fundamental para a expansão do cultivo em plantio direto. A indústria não divulga o volume de produção do Glifosato Nortox, mas revela que o produto responde por cerca de 20% das vendas nacionais. Atualmente a indústria produz cerca de 22 defensivos genéricos no país.

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