Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Argentina: produtores de milho podem investir

Se a Argentina decidir ter um plano de produção de biocombustível a partir do milho, será ”muito mais competitiva que o Brasil”, segundo avaliação do diretor executivo da Associação Milho Argentino (Maizar), Martín Franquío.

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Redação (10/05/07) – A entidade reúne toda a cadeia produtiva do país e realizou um seminário ontem, em Buenos Aires, para discutir o futuro do milho na Argentina. Martín Franguío afirmou que o custo de produção do milho na Argentina ”é o mais barato do mundo e chega a ser 75% menor do que no Brasil”.

Franguío afirmou que a ”Argentina pode produzir muito milho e muito etanol utilizando a lógica do Brasil, que durante 20 ou 30 anos começou com o álcool e hoje é uma autoridade no assunto”.  O executivo fez eco ao recente relatório da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal) e a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), no qual afirma que ”a América Latina e Caribe tem uma ampla capacidade instalada de produção de alimentos”.
Segundo ele, ”se olharmos a história do milho, constataremos que sempre houve milho em excesso e os subsídios produziram montanhas de milho e de produtos derivados excedentes que foram destruindo a capacidade de produção dos países que não podiam subsidiar”.
Franguío acredita que a produção de biocombustíveis não afetaria a alimentação nos países menos desenvolvidos, ”pelo contrário, estimularia a voltar a plantar ou a plantar mais”. Em sua avaliação, ”até que comecemos a falar sobre escassez do milho, o potencial de produção dos países mais pobres já terá se desenvolvido”, sentencia. Febre mundial A febre mundial do biocombustível será discutida amplamente pela primeira vez na Argentina amanhã e sexta-feira durante um congresso internacional, em Buenos Aires, para o qual já está confirmada a presença do ex-vice presidente dos EUA, Al Gore, além de vários especialistas na área.
Uma das propostas que será defendida no congresso será a de desenvolver uma estratégia comum para o Mercosul, ”com regras comuns similar à do um regime automotivo”, segundo explicou o presidente da Fundação Campo em Ação, Julio Cesar Gutiérrez, um dos organizadores do evento.

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