Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Criada a Abramilho

Associação irá representar os interesses dos produtores de milho do País. Odacir Klein foi eleito presidente executivo da entidade.

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Da Redação (23/08/2007) – Ao lado da soja, o milho está entre as principais culturas brasileiras que influenciam o desempenho do agronegócio. No momento atual, essa importância cresce ainda mais por conta de uma singular conjunção de fatores internacionais. Com isso, muito em breve o milho ocupará uma posição estratégica para o País em termos mundiais. A afirmação é do ex-secretário de Agricultura do Rio Grande do Sul e eleito presidente executivo da Abramilho – Associação Brasileira dos Produtores de Milho, e foi feita nesta quarta-feira, dia 22, em Brasília, durante encontro de produtores de milho de seis Estados e do Distrito Federal que marcou o lançamento da nova entidade representativa dos produtores de milho.

Sediada em Brasília, a Abramilho é uma associação civil sem fins lucrativos e representará produtores de milho congregados por associações estaduais e do Distrito Federal bem como cooperativas, entidades nacionais e regionais com interesses comuns e está aberta a intercâmbios cultural e científico com entidades congêneres internacionais. Seu estatuto também prevê um conselho consultivo de apoio à diretoria de grande abrangência, incluindo representantes da comunidade científica e das entidades sindicais vinculadas à cadeia produtiva do milho.

Além do presidente executivo eleito, Odacir Klein, compõem a primeira diretoria da Abramilho: João Carlos Werlang, do Distrito Federal, presidente institucional; Enori Barbieri, de Xanxerê-SC e Sérgio Luiz Bortolozzo, de Teresina-PI, vices-presidentes; Cesário Ramalho da Silva, de São Paulo-SP e Rui Polidoro Pinto, de Porto Alegre-RS, 1º e 2º secretários, respectivamente; e Paulo Bertolini, de Castro-PR e José Roberto Stabile, de Patos de Minas-MG, respectivamente, 1º e 2º tesoureiros.

Mais atenção – Para o presidente executivo da Abramilho, mais do que nunca, o milho precisa receber mais atenção, para que esse atual momento favorável ao Brasil não seja desperdiçado. "Temos que buscar aumento de produtividade, com o uso de biotecnologia, máquinas e implementos modernos. E sem esquecer do combate ao desperdício e estímulo à irrigação", enfatiza.

Entre os fatores que constituem o atual panorama positivo para o milho brasileiro, ele enumera a atual política dos Estados Unidos, o maior produtor mundial de milho, de redirecionamento da produção para a geração de etanol em detrimento das exportações, e da Argentina, terceiro produtor mundial, fortemente empenhada na produção de soja, além da China optando pela formação de estoques e a Europa sem condições de estender a fronteira agrícola.

De acordo com o 11º levantamento da safra agrícola 2006/2007 da Conab – Companhia Nacional de Abastecimento, a produção brasileira de milho, incluindo a safrinha, deverá atingir 50,65 milhões, com crescimento de 19,1% sobre a safra passada. Segundo estimativa da ABRASEM – Associação Brasileira de Sementes e Mudas, se o Brasil plantar milho Bt em 50% da atual área plantada (12,8 milhões de hectares) haverá um ganho econômico anual de US$ 191 milhões para o País, incluindo redução no custo de produção e aumento de produtividade.

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