Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Solução para alimentação animal

Setor de rações pede parecer da CTNBio para importar 2 milhões de t de milho transgênico.

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Redação (06/12/2007)- Após o dia 28 de dezembro, a CTNBio – Comissão Técnica Nacional de Biossegurança emitirá seu parecer técnico para a importação de 2 milhões de toneladas de milho transgênico para uso exclusivo em alimentação animal. A solicitação foi feita pelas entidades vinculadas ao setor de rações destinadas a aves e suínos: UBA – União Brasileira de Avicultura, Sindirações – Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal, ABIPECS – Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína, e ABCS – Associação Brasileira dos criadores de Suínos. O pedido foi protocolado dia 28 de novembro e, desde então, ficará 30 dias sob avaliação pública no site da CTNBio.

Os avicultores do Estado de Pernambuco, representados pela AVIPE, vinculada à União Brasileira de Avicultura – UBA, têm sido os mais prejudicados pela insegurança em relação aos estoques de milho no mercado interno. Devido ao quadro de estiagem no Estado, a Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária – IPA está prevendo uma redução de 70% na produção estadual de milho. Essa situação de incerteza para o abastecimento no próximo trimestre já elevou o preço do produto em 60%, segundo o presidente da Associação Avícola de Pernambuco, Antônio Correa.

A AVIPE representa 70 empresas que compram milho diretamente ou por meio de parcerias com 1.100 produtores do grão. Segundo a entidade, em junho, uma saca de 60 Kg era vendida por R$ 20,00 e hoje não é conseguida por menos de R$ 33,00, enquanto no mercado internacional a mesma saca é comercializada a R$ 26,00. 

Para o diretor da Céleres Consultoria, engenheiro agrônomo Leonardo Sologuren, a liberação da importação de milho da Argentina para abastecer o Norte e o Nordeste e estados como Santa Catarina é a melhor decisão de curto prazo que o governo pode tomar no momento para reequilibrar o mercado, “Esses Estados estão sendo penalizados devido à antiga discussão sobre milho transgênico que já deveria ter sido superada. Não tem sentido eles serem obrigados a pagarem mais pelo milho do mercado interno, quando podem pagar menos pelo milho importado”. 

A estimativa de produção de milho para o Norte e Nordeste, segundo a Céleres, é de 4,5 milhões de toneladas na safra 2006/2007 mas esses Estados, conforme explica, não terão previsão de nova colheita tão cedo, uma vez que a chamada “safra de verão” só começará a ser plantada em dezembro/janeiro. Apenas a Bahia planta essa safra mais cedo, em conformidade com a época de plantio que ocorre no Sul e Sudeste. “Para eles, o atual custo de importação de milho dos outros estados produtores está inviável e não há perspectiva de nova produção local”, finaliza o consultor.

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