Segundo a entidade, os leilões estavam restritos ao Mato Grosso e agora passam a atender agricultores de Goiás, Mato Grosso do Sul e Rondônia.
Conab inclui MS no apoio à comercialização de milho
Redação (26/11/2008)- Mato Grosso do Sul foi incluído dentre os municípios que receberão apoio para comercialização do milho, através da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), segundo informou a Famasul (Federação da Agricultura de Mato Grosso do Sul).
Segundo a entidade, os leilões estavam restritos ao Mato Grosso e agora passam a atender agricultores de Goiás, Mato Grosso do Sul e Rondônia. Na próxima quinta-feira serão ofertados Prêmios para o Escoamento do Produto (PEP) para a venda de 223 mil toneladas do cereal.
Em outubro, o vice-presidente da Famasul , Eduardo Riedel, junto com os representantes da Associação dos Produtores de Soja de MS e Organização das Cooperativas Brasileiras, solicitou ao secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Edílson Guimarães, apoio através dos Instrumentos de Apoio a Comercialização para o escoamento de produção.
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No último dia 30 de outubro, os produtores rurais de MS foram atendidos em parte em suas reivindicações. A Comissão Interministerial dos ministérios da Fazenda e da Agricultura aprovou R$ 6 milhões para as aquisições para reforço dos estoques públicos. Os PEPs (Prêmios para o Escoamento do Produto) são usados para impulsionar a venda em regiões produtoras e abastecer pólos consumidores. No norte do Mato Grosso a Conab vai apoiar a venda de 100 mil toneladas de milho. Goiás e Mato Grosso do Sul irão receber subvenção para 60 mil toneladas, enquanto Rondônia receberá subvenção para 3 mil toneladas.
De acordo com a Federação, há hoje no Estado um excedente de 1.224.300 toneladas de milho. Somadas as safras de verão (2007/2008) e a safrinha deste ano foram produzidas 3.524.300 toneladas de milho. “A preocupação dos produtores está no alto custo de produção da próxima safra estimado em R$ 18 por saca de 60 kg. Somado a isso, há uma forte retração dos preços do commodities e a escassez de recursos da safra. A dificuldade na avaliação da entidade será garantir que os preços do milho sejam compatíveis com o valor de produção”, informa a Famasul.





















