O grão liderou a alta do complexo soja e foi negociado a US$ 8,535 o bushel em Chicago (EUA).
Controle argentino reforça alta da soja
Redação (04/03/2009) – A cotação da soja subiu após registrar o pior nível em 11 semanas devido às especulações de aumento da demanda da oleaginosa produzida nos Estados Unidos, já que o governo da Argentina pode passar a controlar as exportações de grãos, dificultando a comercialização exterior.
O grão liderou a alta do complexo soja e foi negociado a US$ 8,535 o bushel. O óleo fechou o pregão de ontem em Chicago valendo 30,48 centavos de dólar a libra-peso. Já o farelo registrou alta de 1,5% cotado a US$ 264,7 a tonelada curta. O contrato de março do milho ficou estável em 343,50 centavos de dólar o bushel.
A proposta do estado argentino comprar e vender grãos e óleo de soja para garantir o abastecimento doméstico antes que qualquer exportação seja realizada está sendo estudada pela presidente Cristina Kirschner. Os ruralistas estão retomando as negociações com o governo acerca das exportações, tema que foi motivo de meses de protestos no ano passado. A Argentina é o maior exportador mundial de soja, utilizada na fabricação de ração animal e óleo de cozinha.
Leia também no Agrimídia:
- •Brasil se aproxima do topo global das exportações agro e ameaça hegemonia dos EUA
- •Plano Brasil Soberano: Agro absorve R$ 7,7 bilhões em crédito para conter tarifas norte-americanas
- •Plano Safra 2026/2027: O que muda no crédito rural e no financiamento das cooperativas
- •Boehringer Ingelheim nomeia Filipe Fernando como novo diretor de Aves e Suínos























