Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Ferrugem explode nas lavouras de soja do PR

Incidência de chuvas favoreceu proliferação da doença no Estado; fungos também se espalham em outras regiões do Brasil.

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Redação (30/03/2009) – Sojicultores de quase todas as regiões produtoras do Brasil sofrem com a proliferação da ferrugem asiática em suas plantações. Dados do Sistema de Alerta do Consórcio Antiferrugem da Embrapa Soja indicam para a safra deste ano um aumento de mais de 700 focos em 13 Estados. O Paraná encabeça a lista com mais da metade dos registros.

A pesquisadora da Embrapa Soja, Claudine Seixas, ressalva que o Paraná concentra a maior parte de institutos de pesquisa, universidades e empresas que realizam o serviço de varredura da doença nas lavouras. Diferencial que, segundo a pesquisadora, colabora para uma maior e mais precisa constatação da praga nas lavouras do Estado. “Outra importante ressalva se deve aos diferentes períodos de safra de cada região. A safra paranaense ainda está no campo”, acrescenta.

Segundo Claudine, embora o Estado tenha sofrido por conta da estiagem no final do ano passado, o que poderia reduzir a possibilidade do aparecimento da ferrugem, a incidência das chuvas nos meses seguintes favoreceu a proliferação do fungo. “O monitoramento constante das lavouras e o controle com aplicação de fungicidas são determinantes para diminuir os riscos de manifestação da doença”, afirma.

O produtor João Batista Cigolini cultiva soja em uma área de 240 hectares em Pato Branco, na região sudoeste do Paraná. Ele relata que 30 dias após o plantio, quando as plantas começam a florescer, a aplicação dos fungicidas podem ser feita. “Até agora, não tive muitos problemas com a ferrugem porque sempre trabalhei com a prevenção e monitoramento. Obviamente que algumas variedades são mais suscetíveis ao ataque dessas doenças do que outras. O importante é fazer o manejo de maneira adequada”, completa.

Ainda de acordo com a pesquisadora da Embrapa, é comum os produtores “calendarizarem” a aplicação dos venenos nas plantas. “A doença pode se manifestar em qualquer período do desenvolvimento da cultura. Uma boa recomendação é verificar o que está acontecendo na região antes da plantar e no período de entressafra realizar o vazio sanitário. Checar as condições climáticas e se já existem focos da doença é importante para planejar a safra”, diz.

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