Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Ferrugem explode nas lavouras de soja do PR

Incidência de chuvas favoreceu proliferação da doença no Estado; fungos também se espalham em outras regiões do Brasil.

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Redação (30/03/2009) – Sojicultores de quase todas as regiões produtoras do Brasil sofrem com a proliferação da ferrugem asiática em suas plantações. Dados do Sistema de Alerta do Consórcio Antiferrugem da Embrapa Soja indicam para a safra deste ano um aumento de mais de 700 focos em 13 Estados. O Paraná encabeça a lista com mais da metade dos registros.

A pesquisadora da Embrapa Soja, Claudine Seixas, ressalva que o Paraná concentra a maior parte de institutos de pesquisa, universidades e empresas que realizam o serviço de varredura da doença nas lavouras. Diferencial que, segundo a pesquisadora, colabora para uma maior e mais precisa constatação da praga nas lavouras do Estado. “Outra importante ressalva se deve aos diferentes períodos de safra de cada região. A safra paranaense ainda está no campo”, acrescenta.

Segundo Claudine, embora o Estado tenha sofrido por conta da estiagem no final do ano passado, o que poderia reduzir a possibilidade do aparecimento da ferrugem, a incidência das chuvas nos meses seguintes favoreceu a proliferação do fungo. “O monitoramento constante das lavouras e o controle com aplicação de fungicidas são determinantes para diminuir os riscos de manifestação da doença”, afirma.

O produtor João Batista Cigolini cultiva soja em uma área de 240 hectares em Pato Branco, na região sudoeste do Paraná. Ele relata que 30 dias após o plantio, quando as plantas começam a florescer, a aplicação dos fungicidas podem ser feita. “Até agora, não tive muitos problemas com a ferrugem porque sempre trabalhei com a prevenção e monitoramento. Obviamente que algumas variedades são mais suscetíveis ao ataque dessas doenças do que outras. O importante é fazer o manejo de maneira adequada”, completa.

Ainda de acordo com a pesquisadora da Embrapa, é comum os produtores “calendarizarem” a aplicação dos venenos nas plantas. “A doença pode se manifestar em qualquer período do desenvolvimento da cultura. Uma boa recomendação é verificar o que está acontecendo na região antes da plantar e no período de entressafra realizar o vazio sanitário. Checar as condições climáticas e se já existem focos da doença é importante para planejar a safra”, diz.

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