Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Comitiva da União Européia dá sinal positivo a grãos do Paraná

Opção pelo cultivo de soja e milho não-transgênicos deverá trazer maiores dividendos nas relações comerciais.

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Redação (31/03/2009) – A opção pelo cultivo de soja e milho não-transgênicos feita por produtores do Paraná deverá trazer maiores dividendos nas relações comerciais entre o Estado e a União Européia. Esta é a avaliação de pesquisadores e estudiosos envolvidos no Co-Extra, equipe ligada ao bloco econômico europeu responsável pelo desenvolvimento de estudos de coexistência e rastreablidade de grãos convencionais e de OGMs (Organismos Geneticamente Modificados).

No país, o Co-Extra é representado pela UniBrasil (Faculdades Integradas do Brasil), que contribui nas pesquisas de caráter sócio-econômico e jurídico da equipe. Entre os dias 22 e 26 de março, a coordenadora do Grupo de Pesquisas em Qualidade, Inovação e Sustentabilidade da instituição de ensino, Roseli Rocha dos Santos, conduziu pesquisadores da França, Bélgica, Espanha e de outros países por empresas, propriedades rurais e laboratórios do estado, numa visita técnica de avaliação dos processos que envolvem a coexistência e rastreabilidade de OGMs no Paraná.

Para o pesquisador do Instituto Científico de Saúde Pública da Bélgica, Marc Van Den Bulcke, a visita contabilizou pontos ao estado. “O Co-Extra procura compreender de que forma se dá a coexistência entre os produtos transgênicos e convencionais; e o que percebemos é que o Paraná é um estado muito organizado nesse sentido”.

De acordo com a coordenadora das pesquisas na UniBrasil, o Paraná foi o único estado escolhido pelo grupo por efetivamente manter a coexistência entre as diferentes culturas. Ela acrescenta que a produção de soja e milho transgênicos apresenta tendência de crescimento no estado, mas que grandes empresas locais, como a Imcopa, “adotam sistemas de rastreabilidade, certificação e estímulo ao agricultor, que garantem a produção e oferta tanto aos importadores como aos consumidores brasileiros”.

Esses estudos são desenvolvidos pelo Co-Extra há quatro anos. Parte dos resultados serão apresentados em junho, na última conferência do grupo, em Paris. Entre as consequências previstas com essas pesquisas, está a implantação de um sistema de rotulagem de produtos na União Européia, que esclarecerá aos consumidores a procedência dos produtos. Conforme a bolsista do programa na UniBrasil, Ana Paula Myszczuk, a iniciativa deverá beneficiar os exportadores brasileiros, que terão mais espaço no mercado europeu, completamente fechado aos OGMs para alimentação humana.

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