Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Biocombustível

Etanol celulósico em estudo

Planta-piloto para pesquisas do etanol possibilitará análise e desenvolvimento de tecnologias de produção de álcool.

O Centro de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CBTE) prevê inaugurar em abril do ano que vem sua planta-piloto para pesquisas sobre a produção do etanol celulósico, em Campinas (SP). A construção da unidade começou na primeira semana de novembro e está orçada em R$ 5,5 milhões na etapa de obras de engenharia civil, financiados pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).

A planta-piloto permitirá testes para produção de etanol celulósico em escala próxima da industrial e possibilitará também a análise e o desenvolvimento de alternativas para os principais desafios tecnológicos da produção do álcool de segunda geração. A capacidade de produção dos reatores é de até 200 litros por operação.

A planta está projetada em seis diferentes módulos, cada um deles dedicado ao estudo de determinado gargalo tecnológico. No módulo 1, por exemplo, os pesquisadores vão procurar desenvolver um pré-tratamento que permita o acesso fácil de microorganismos aos açúcares contidos no bagaço da cana. No módulo 4, os cientistas pretendem desenvolver enzimas mais eficientes para a fermentação. Identificados os melhores processos em cada gargalo, o CTBE partirá para a elaboração do processo de produção como um todo.

Os pesquisadores do centro pretendem estudar, ainda, os processos para utilização do bagaço e da palha de cana em etanol pelo método de hidrólise enzimática, o que permitiria o aumento da produção, sem expansão da área de plantio da cana. Além da planta-piloto, também estão em andamento as obras do galpão onde será construído o protótipo da ETC, equipamento que permite o plantio direto da cana, técnica que dispensa o revolvimento da terra e reduz o tráfego de veículos no campo.

As instalações da planta-piloto serão abertas à comunidade externa de pesquisa do Brasil e de outros países, que poderá testar, provar e validar seus processos tecnológicos potenciais. O setor industrial também poderá utilizar a instalação para trabalhar em uma escala menor que a comercial quando precisar encontrar e solucionar possíveis problemas ou otimizar a tecnologia analisada.

Este mês, o CTBE e o National Renewable Energy Laboratory (NREL), dos EUA, firmaram uma parceria para unir esforços na obtenção das tecnologias para a produção do etanol celulósico produzido a partir de matérias primas até então concorrentes como alternativas aos combustíveis fósseis: a cana brasileira e o milho norte-americano. A parceria também vai propiciar um detalhamento preciso sobre a sustentabilidade em toda a cadeia produtiva do etanol, levando em considerando um aumento considerável na produtividade futura do produto.

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