Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Bahia produz mais grãos

Soja e milho batem recordes no oeste da Bahia. Clima favoreceu lavoura baiana, que deve superar 3 milhões de toneladas.

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Bahia produz mais grãos

As condições climáticas, de maneira geral, favoráveis levaram a produção de soja do Oeste da Bahia a superar, pela primeira vez, os 3 milhões de toneladas. Dados do 3º levantamento da safra do Oeste da Bahia – 2009/10, apontam que a produção alcançou o volume recorde de 3,213 milhões de toneladas, 28% a mais do que a safra passada.

A área plantada com o grão cresceu 6,8%, passando para 1,05 milhão de hectares, com produtividade de 51 sacas de 60 kg por hectare, enquanto na safra 2008/09 a produtividade foi de 42,5 sacas/ha. “A produtividade recorde da soja nesta safra só não foi maior por conta das interferências climáticas provocadas pelo fenômeno ‘El Niño’, que gerou veranicos (período de estiagem acompanhado por calor intenso e baixa umidade) isolados em algumas microrregiões”, diz o diretor executivo da Associação de Agrigultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Alex Rasia.

O milho, apesar da diminuição da área plantada, que caiu 5,6%, para 170 mil hectares, bateu recordes de produção e produtividade. De acordo com os dados do levantamento, a produção do cereal atingiu 1,479 milhão de toneladas nesta safra, 1,4% maior do que a anterior. Já a produtividade aumentou 7,4%, chegando a 145 sacas de 60 kg/ ha.

O algodão, segunda maior cultura em área da região, manteve os níveis de produção, mas a colheita deve se intensificar no fim deste mês. Enquanto a produção do Oeste do estado cresceu 13,9%, para 983,7 mil toneladas de algodão em capulho (393 mil toneladas de pluma), com produtividade de 270 arrobas de capulho por hectare (+22%) ou 108 arrobas de pluma/hectare, e área de 242,9 mil hectares (-7,2%), no Sudoeste a produção caiu 8,9%, para 34,7 mil toneladas de algodão em capulho (13,9 mil toneladas de pluma), com produtividade de 170 arrobas/hectare (-10%), ou 68 arrobas de pluma/hectare e área plantada de 13,6 mil hectares (+0,2%).

O 3º levantamento da safra do Oeste da Bahia – 2009/10 realizado pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), conta também com a participação de outras associações, órgãos oficiais do Governo Estadual e Federal, além das empresas do complexo soja. Preço – O valor arrecadado com a produção da soja na safra de soja 2009/10 também foi maior. Desta vez, o Valor Bruto da Produção (VBP) chegou a R$ 1,76 bilhão, enquanto na safra passada ele foi de R$ 1,70 bilhão. O preço poderia ter sido maior, mas foi afetado pela forte desvalorização do dólar (de 2009 até o momento), de acordo com Rasia.

O algodão recuperou bem os preços com a retomada do consumo mundial e pela forte redução de área da fibra. O VBP na safra 2009/10 chegou a R$ 1,21 bilhão, enquanto no ano passado o valor foi de R$ 1,19 bilhão. Já a produção de milho somou R$ 365,3 milhões, queda em relação à safra 2008/09, quando atingiu R$ 492 milhões. Ainda segundo Alex Rasia, o preço baixo do milho reflete o excesso de oferta no mercado. “O consumo não acompanha a oferta, mas a boa produtividade compensa o preço”, conta. As informações são de assessoria de imprensa.

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