Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Erva daninha na soja

Conheça medidas que podem ser adotadas pelos produtores para inibir o acesso das plantas daninhas nas culturas de soja.

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Erva daninha na soja

Inibir o acesso das plantas daninhas à luz e consequentemente o seu desenvolvimento. Essa deve ser a principal medida para evitar a infestação de invasoras na cultura da soja. Para isso, a Embrapa Agropecuária Oeste oferece medidas para o monitoramento contínuo das plantações, começando pela semeadura em lavoura limpa. O pesquisador Germani Concenço alerta o produtor para o chamado Período Crítico de Competição, entre 20 e 50 dias após a emergência da soja, quando as plantas daninhas causam maior impacto sobre a plantação.

O controle químico, contudo, é realizado conforme necessário na dessecação pré-plantio, enquanto o pós-emergência é feito no estádio V3, dependendo do nível de desenvolvimento das invasoras. Porém, quanto mais velhas, menos suscetíveis aos herbicidas. Por isso o ideal é controlar cedo – explica Germani. Clima, a época de semeadura, as espécies e a densidade das invasoras presentes são fatores que devem ser levados em consideração para a adoção de providências.

Variando de uma região para outra, entre as espécies daninhas mais tolerantes ao herbicida glifosato estão trapoeraba, capim amargoso, falso rhodes e corda de viola. A buva é outra que preocupa os agricultores com a infestação das lavouras de soja e incidência significativa no Sul do país e com grande probabilidade no Mato Grosso do Sul. As sementes da buva são carregadas pelo vento, que provocam a disseminação a grandes distâncias.

A falta de rotação de culturas e de cobertura do solo na entressafra estão entre os grandes responsáveis pela propagação da espécie daninha. Segundo o pesquisador da Embrapa, em áreas de soja transgênica com presença de buva resistente, o remédio é a mistura de herbicidas, verificando o estado de conservação dos pulverizadores, a regulagem adequada e o cálculo correto das doses das substâncias e as condições climáticas adequadas de aplicação. O ideal é fazer a pulverização em períodos com temperaturas mais amenas e umidade mais alta, ou seja, no início da manhã e fim da tarde.

Porém, o produtor de soja deve conjugar as ações de controle, mantendo a área coberta na entressafra para evitar o surgimento e produção de sementes de invasoras utilização de rotação de culturas e de herbicidas com diferentes mecanismos de ação, proporcionar o rápido fechamento do dossel da cultura após a emergência e utilização da integração lavoura-pecuária.

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