Estimativa da Aprosoja/MS é que área cultivada seja de 2,020 milhões de hectares.
Plantio da safra 2012/2013 de soja é concluído em MS

O plantio de soja da safra 2012/2013 em Mato Grosso do Sul foi concluído. A informação é da circular técnica 6 do Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (SIGA), divulgada na quarta-feira (28) pela Associação dos Produtores de Soja do Estado (Aprosoja/MS) e Federação de Agricultura e Pecuária (Famasul).
O relatório foi divulgado após levantamento realizado por técnicos das entidades em 225 propriedades de 18 dos principais produtores de soja do Estado nas regiões do Cone Sul e do Centro/Norte, entre os dias 19 e 23 de novembro. Junto ao trabalho in loco foi feita uma pesquisa nos escritórios de assistência técnica e extensão rural dos municípios.
De acordo com o levantamento, a área estimada cultivada com soja nesta safra é de 2,020 milhões de hectares, o que representa um incremento de 9,1% em relação aos 1,850 milhão de hectares do ciclo 2011/2012.
Leia também no Agrimídia:
- •El Niño pode reduzir a safra de soja em 17,6 milhões de toneladas, estima Serasa Experian
- •Pilgrim’s Pride tem lucro de US$ 117,7 milhões no terceiro trimestre, com margem pressionada nos EUA
- •Quinta-feira tem temporais em várias regiões, com rajadas de até 70 km/h em Minas
- •Mapa apresenta linhas de crédito e apoio à exportação a cooperativas do Paraná
Em razão da distribuição irregular de chuvas desde o fim do vazio sanitário da cultura, em 15 de setembro, o Centro-Norte do Estado que iniciou primeiro o cultivo concluiu a semeadura, conforme a circular, sete dias depois do Cone Sul. As variedades mais plantadas no Cone Sul foram a Potência (45,5%), Turbo (19,3%) e a Codetec (6,2%), enquanto que no Centro/Norte as campeãs de cultivo foram a Anta 82 (23,3%), a Nideira (17%) e a Pioneer (14,8%) .
Concluída a etapa do plantio, o presidente da Aprosoja/MS, Almir Dalpasquale, ressaltou que os técnicos da entidade vão continuar a monitorar a evolução da oleaginosa. O objetivo, conforme ele, é coletar o maior número possível de dados sobre focos de ferrugem asiática, ataques por pragas e variações climáticas (veranicos, estiagem e geadas) para auxiliar os produtores na tomada de decisões sobre as lavouras.
























