Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Economia

Brasil teve “benefícios econômicos de US$ 29,3 bilhões” em transgênicos

Para os próximos dez anos, a projeção é de que a biotecnologia vai poupar outros US$ 61,1 bilhões.

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Brasil teve “benefícios econômicos de US$ 29,3 bilhões” em transgênicos

O Brasil teve “benefícios econômicos de US$ 29,3 bilhões” em 18 anos de cultivo de lavouras geneticamente modificadas. É o que aponta estudo sobre os impactos econômicos e socioambientais da biotecnologia na agricultura, realizado pela Céleres e Céleres Ambiental para a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem).

A economia se refere a área adicional que deveria ser semeada se não existissem os transgênicos, incluindo não só o custo de produção por hectares, mas também os gastos com máquinas e implementos, equipamentos e infraestrutura agrícola necessárias. Para os próximos dez anos, a projeção é de que a biotecnologia vai poupar outros US$ 61,1 bilhões.

De acordo com o estudo, “o uso mais consciente e correto de manejos agrícolas disponíveis, tais como a adoção de tecnologias geneticamente modificadas, contribui para a melhoria da competitividade do País frente aos principais concorrentes, como Estados Unidos e Argentina, e natural fortalecimento das condições necessárias para o atendimento das demandas globais por alimentos. De acordo com as premissas de crescimento econômico e demográfico para os próximos dez anos, estima-se que o Brasil poderá continuar como um dos principais fornecedores internacionais de alimento”.

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