Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,23 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,21 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,33 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 186,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 201,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,74 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 195,04 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.203,09 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.085,53 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 170,55 / cx
Comentário

Micotoxinas em aves: prevalência e controle no período de verão – por Cristiane Sanfelice

Produtores devem buscar uma ração de boa qualidade livre de patógenos e contaminantes e, para isso, é fundamental o controle da matéria-prima utilizada na confecção das rações que as aves irão consumir.

Compartilhar essa notícia
Micotoxinas em aves: prevalência e controle no período de verão – por Cristiane Sanfelice

ComentarioNa cadeia avícola é crescente a preocupação com obtenção dos produtos carne e ovos de qualidade, por parte dos órgãos de fiscalização, mas principalmente pelos consumidores cada vez mais exigentes e atentos.  Diante disso, os produtores devem buscar uma ração de boa qualidade livre de patógenos e contaminantes e, para isso, é fundamental o controle da matéria-prima utilizada na confecção das rações que as aves irão consumir.

A incidência de fungos nos grãos, principal matéria-prima da alimentação de aves, e a produção das micotoxinas, substâncias tóxicas geradas pelo metabolismo secundário dos fungos, causam impacto econômico no contexto mundial e sua importância é incontestável. Como os fungos ocorrem na prevalência de temperatura e umidade elevadas, o Brasil apresenta um ambiente favorável ao desenvolvimento, principalmente no período de verão. Aliado a isso, as práticas agrícolas como colheita, condições de transporte, secagem e armazenamento determinam a qualidade e o surgimento de grãos trincados, quebrados, brotados, o que influencia diretamente no aparecimento dos fungos e, posteriormente, na produção das micotoxinas.

Os grãos apresentam alta susceptibilidade à contaminação por fungos e podem ser contaminados em diferentes etapas do processo de produção, por exemplo, na fase de crescimento das plantas o Fusarium surge e produz micotoxinas antes ou logo após a colheita. Durante a secagem dos cereais os fungos do gênero Aspergillus e Penicillium incidem produzindo as chamadas micotoxinas de armazenamento.   

No verão a preocupação aumenta, pois o período incide com o regime pluviométrico o qual interfere na secagem dos grãos, assim, a incidência aumenta e a prevenção fica prejudicada, devendo, nesse caso, atentar-se para medidas de controle. Dentre os diversos mecanismos para o controle, o uso de inibidores de fungos tem sido testado ao longo dos anos com resultados efetivos para o uso de ácidos orgânicos.  

Outro importante mecanismo de controle é o uso de adsorventes de micotoxinas, prática comum e eficiente forma de redução, quando feita adequadamente. Para tanto, com o uso do adsorvente deve-se considerar não apenas sua ação sobre as micotoxinas, mas, também, avaliar se o produto utilizado não é toxico ou apresenta interferência sobre os nutrientes da dieta.

Os produtos inertes (argilas) têm a importante função de reduzir a absorção das micotoxinas pelo trato gastrointestinal da ave. Para que o produto seja eficiente, ele deve ser aprovado pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), o que só consegue após ser submetido a inúmeros testes in vitro e in vivo. Nos testes in vitro deve ter capacidade de absorção de no mínimo 90% e, nas avaliações in vivo, o grupo de animais intoxicados com a presença de adsorvente na ração deve apresentar um ganho de peso superior ao grupo intoxicado sem adsorvente.

A incidência de micotoxinas aumenta no período de verão, desse modo, medidas de controle devem ser adotadas. Essas medidas começam pelo monitoramento da qualidade dos grãos e incidência de fungos, por meio de análises periódicas da matéria-prima e continuam com a utilização de produtos eficientes como inibidores de fungos e adsorventes de micotoxinas.  

Assuntos Relacionados insumos
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 70,23
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 121,22
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 128,21
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,21
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,96
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,76
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,69
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,51
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,74
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 178,33
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 186,47
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 201,13
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 210,75
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 168,74
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 195,04
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,06
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,10
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.203,09
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.085,53
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 201,03
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 178,26
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 158,13
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 170,55
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341