Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Saúde Animal

Pleurite: Um obstáculo para suinocultura

Pesquisadores britânicos afirmam que é possível reduzir pleurite apostando em higiene.

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Uma pesquisa encomendada pelo BPEX mostrou que a pleurite é um enorme obstáculo para produtores e processadores de suínos. O doença já chegou a custar $2,26 por animal, mas os produtores podem reduzir estas perdas assinando o Projeto de Saúde Suína da BPEX e reduzindo o índice de estresse em suínos.

O Dr. Dan Tucker, docente em Saúde Pública e Veterinária, especialista em saúde suína da Universidade de Cambridge liderou uma pesquisa sobre pleurisia suína. A sua equipe descobriu que 78% das criações suínas britânicas tem indício de pleurite.

Os cientistas acompanharam 80 lotes de suínos desde as técnicas de gestão, desempenho, monitoramento de ambiente e abate. Eles descobriram que a doença tem taxa reduzida em suínos mais leves e, para os maiores, é necessário investir em alimentação. Dr. Tucker afirma que “as pessoas tem conhecimento sobre a pleurite, mas a pesquisa aponta que a doença pode causar prejuízos financeiros consideráveis às empresas”.

Pesquisando os dados históricos dos rebanhos com altos níveis de pleurisia (acima de 10% nos últimos anos), de baixa incidência (menos de 5% nos últimos dois anos), bem como problemas causados pela doença durante o abate e entre funcionários, foram identificados uma série de fatores que levaram a uma alta incidência da doença:

– Falta, ou incapacidade, de aplicar padrões rigorosos de gestão do local de criação
– Mistura de suínos após desmame
– Transferências repetidas

“Colocamos amostras desses suínos no microscópio e encontramos diferenças significativas entre os dois grupos pesquisados, que nos permitiu descobrir que algumas práticas dos produtores podem diminuir o índice de pleurisia”, disse o Dr. Tucker. São elas:

– Limpeza e desinfecção dos locais de criação;
– Aumentar o espaço de tempo para oito dias quando for necessário transferir um suíno de baía;
– Realizar o mínimo de misturas entre suínos desmamados, especialmente durante o período produtivo.

“Essa doença tem poucos sintomas clínicos observados e só pode ser diagnosticada através de exames após o abate. Porém, agora, sabemos que podem ser tomadas algumas medidas para reduzir o impacto da doença”, afirma Tucker.

Dr. Tucker e os pesquisadores do BPEX tornaram sua pesquisa pública para auxiliar os produtores na redução dos índices da pleurisia no país.

* Com informações do Pig Progress

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