Alguns países da União Europeia têm excesso de suínos para abate em oferta, diminuindo preços. Em outros, preço permanece inalterado.
Queda de preços da UE

Essa semana, o mercado de abates de suínos europeu revelou constante queda em todo continente. Duas alternativas foram colocadas: ou não haveria mudanças nos preços, ou haveria uma redução de cinco centavos. As cotações da Espanha, Dinamarca, Bélgica e Grã-Bretanha mantiveram-se inalteradas. O mercado alemão, holandês, austríaco e sueco reduziram os cinco centavos.
Os preços inalterados da Espanha são resultado tanto da demanda de suíno vivo para o abate quando da redução da quantidades de suínos em oferta no mercado. Na Grã-Bretanha, o aumento foi atribuído às variações cambiais. Na Alemanha, a queda da cotação foi causada pela quantidade excessiva de suínos em oferta no mercado e para abate, bem como a pressão exercida pelos frigoríficos. As cotações da Holanda foram pelo mesmo caminho e reduziram cinco centavos também. Veja a tabela.
Tendência – O mercado parece ser capaz de lidar com as quantidades excessivas de suínos para abate em oferta. No entanto, o mercado continua a se desenvolver essa semana e o preço deve se estabilizar e se manter a um nível inalterado.
Leia também no Agrimídia:
- •Preço do suíno despenca 16,1% em fevereiro e mercado acompanha impactos de tensão no Oriente Médio
- •Suinocultura reúne lideranças e projeta cenário de mercado para 2026 em encontro da FNDS Collab
- •Exportações de carne suína da União Europeia mantêm estabilidade e somam 4,3 milhões de toneladas em 2025
- •Acordo Mercosul–União Europeia: preparação estratégica para uma nova etapa de integração birregional, por Jogi Humberto Oshiai
* Tradução Suinocultura Industrial





















