Estudo alemão indica a presença frequente de salmonela e campylobacter no abate de frango no país europeu.
Abate perigoso

Um estudo coordenado pelo Federal Institute for Risk Assessment (BfR), na Alemanha, indica a presença frequente de salmonela e campylobacter no abate de frango. Segundo a pesquisa, os patógenos chegam ao abatedouro através do intestino das aves ou sobre as penas dos animais. Tal ocorrência pode contaminar a carne na hora do abate e, por consequência, atingir a cadeia alimentar e os consumidores.
O material divulgado pelo instituto alemão afirma que o campylobacter e a salmonela foram detectados em 62% e 17,6%, respectivamente, das carcaças examinadas no país europeu. Nos casos de campylobacter, o patógeno foi detectado no intestino de 48,6% das aves.
Na comparação com a média europeia, a Alemanha está bem colocada. Segundo os dados de pesquisa semelhante feita na União Europeia, a campylobacter foi detectada em 71,2% das aves destinadas ao abatedouro. O registro de salmonelas foi de 15,7%. As informações são do site internacional World Poultry.
Leia também no Agrimídia:
- •Embrapa abre editais para programas de Milho e Sorgo Baixo Carbono
- •TJMG condena Cemig a indenizar agroindústria após morte de 7,7 mil aves
- •Exportação de frango sobe 31%, mas margem do avicultor encolhe pelo segundo mês
- •Entre edição genética na UE e bioinsumos, regulação e tecnologia redesenham o agro























