Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Mercado Externo

UE quer estoque de alimentos

Objetivo com a medida é assegurar o suprimento para a indústria dos seus 27 países-membros.

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A União Europeia (UE) vai examinar a formação de estoques de recursos naturais essenciais (matérias-primas, energia, alimentos, etc.) para assegurar o suprimento para a indústria dos seus 27 países-membros.

Bruxelas também quer impor limites nos mercados de derivativos e usar mais as políticas comerciais para reduzir a volatilidade nos preços das commodities e melhorar o acesso a recursos estratégicos para a competitividade europeia.

A UE depende inteiramente da importação de uma série de minerais, que estão concentrados nas mãos de poucos países, incluindo China e Brasil.

Para a Businesseurope, a federação das indústrias europeia, já é hora de Bruxelas reagir, porque mesmo na fase inicial da recuperação econômica global os preços de recursos naturais estão até 20% mais altos do que em 2010. E distorções nos mercados aumentam com as 1.250 restrições à exportação, entre elas as da China e Rússia.

“O acesso a recursos naturais em condições leais e a preços acessíveis é vital para a indústria europeia”, diz a Businesseurope.

A UE avalia que vai o forte aumento da demanda de matérias-primas continuará, puxada pelo dinamismo econômico e pela aceleração da industrialização e urbanização em emergentes como a China, a Índia e o Brasil.

A China já que é o maior consumidor de metais do mundo: sua parte no consumo de cobre passou de 12% para 40% em dez anos, por exemplo.

A China detém boa parte dos minerais estratégicos de que a Europa depende. É o caso de minerais chamados de terras-raras, que os chineses concentram 97% da produção mundial. Eles são essenciais para alta tecnologia, telecomunicações e produtos ambientais.

A UE quer desenvolver um consenso internacional contra “distorções comerciais” (como restrições a exportação) na OMC, no G-20 e na OCDE, melhorar as condições para extração de recursos naturais na Europa e melhorar também a reciclagem.

O documento de estratégia europeia foi antecedido pela irritação da França, que não viu na primeira versão o reconhecimento da existência de vínculo entre certas atividades financeiras, como nos mercados de derivativos, e a volatilidade dos preços das matérias-primas. O texto final admite “uma correção forte entre as posições tomadas nos derivativos e os preços”, mas insiste ser difícil “avaliar completamente as interações e impacto dos movimentos desses mercados sobre a volatilidade dos mercados físicos”.

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