Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Mercado Externo

EUA aprovam TLC

Estados Unidos formaliza acordos de livre comércio com Coreia do Sul, Panamá e Colômbia. Exportações agrícolas americanas serão beneficiadas.

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A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira o Tratado de Livre-Comércio (TLC) com a Colômbia, a Coreia do Sul e o Panamá.

No caso da Coreia do Sul, a aprovação acontece às vésperas da visita de Estado a Washington do presidente sul-coreano, Lee Myung-bak. O tratado passou pela Câmara baixa com 278 votos a favor e 151 contra.

Com a Colômbia, após um agitado debate sobre os benefícios e prejuízos da liberalização comercial e a violência contra sindicalistas nesse país, a aprovação foi alcançada com 262 votos a favor e 167 contra, do total de 435 cadeiras.

Já o acordo com o Panamá passou com a maior margem de votos nessa rodada, 300 a favor e 129 contra.

Durante o debate, seus partidários argumentaram que o TLC produzirá a liberalização significativa da troca de produtos, bens e serviços, e inclui fortes proteções trabalhistas e mecanismos para evitar paraísos fiscais nesse país.

Uma das principais queixas dos democratas contra o TLC era que o Panamá devia redobrar esforços para combater os paraísos fiscais.

Em novembro de 2010, os Estados Unidos e o Panamá assinaram um acordo para trocar de informações tributárias, que permite compartilhar informações sobre os impostos tanto em casos civis como criminais.

As votações ocorreram nove dias depois de o presidente americano, Barack Obama, encaminhar os TLCs ao Legislativo. O pacto será votado em breve no Senado.

Os debates, realizados de forma simultânea no Senado, seguiram as linhas partidárias entre os que apóiam os TLC como antídoto para o alto desemprego nos EUA e os que garantem que estes provocarão mais fuga de empregos ao exterior.

Antes do voto desta quarta-feira, o Governo dos Estados Unidos havia iniciado acordos comerciais com 17 países e, agora, quando enfrenta uma taxa de desemprego de 9,1%, aposta pelos TLC como ferramenta para geração de empregos.

No último dia 6 de agosto, o assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Tom Donilon, afirmou em artigo de opinião no “The Wall Street Journal” que está em jogo não só a prosperidade econômica e comercial dos Estados Unidos, mas também a “segurança nacional do país”.

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