Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
Destaque Todas Páginas
Mercado Externo

EUA aprovam TLC

Estados Unidos formaliza acordos de livre comércio com Coreia do Sul, Panamá e Colômbia. Exportações agrícolas americanas serão beneficiadas.

Compartilhar essa notícia

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira o Tratado de Livre-Comércio (TLC) com a Colômbia, a Coreia do Sul e o Panamá.

No caso da Coreia do Sul, a aprovação acontece às vésperas da visita de Estado a Washington do presidente sul-coreano, Lee Myung-bak. O tratado passou pela Câmara baixa com 278 votos a favor e 151 contra.

Com a Colômbia, após um agitado debate sobre os benefícios e prejuízos da liberalização comercial e a violência contra sindicalistas nesse país, a aprovação foi alcançada com 262 votos a favor e 167 contra, do total de 435 cadeiras.

Já o acordo com o Panamá passou com a maior margem de votos nessa rodada, 300 a favor e 129 contra.

Durante o debate, seus partidários argumentaram que o TLC produzirá a liberalização significativa da troca de produtos, bens e serviços, e inclui fortes proteções trabalhistas e mecanismos para evitar paraísos fiscais nesse país.

Uma das principais queixas dos democratas contra o TLC era que o Panamá devia redobrar esforços para combater os paraísos fiscais.

Em novembro de 2010, os Estados Unidos e o Panamá assinaram um acordo para trocar de informações tributárias, que permite compartilhar informações sobre os impostos tanto em casos civis como criminais.

As votações ocorreram nove dias depois de o presidente americano, Barack Obama, encaminhar os TLCs ao Legislativo. O pacto será votado em breve no Senado.

Os debates, realizados de forma simultânea no Senado, seguiram as linhas partidárias entre os que apóiam os TLC como antídoto para o alto desemprego nos EUA e os que garantem que estes provocarão mais fuga de empregos ao exterior.

Antes do voto desta quarta-feira, o Governo dos Estados Unidos havia iniciado acordos comerciais com 17 países e, agora, quando enfrenta uma taxa de desemprego de 9,1%, aposta pelos TLC como ferramenta para geração de empregos.

No último dia 6 de agosto, o assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Tom Donilon, afirmou em artigo de opinião no “The Wall Street Journal” que está em jogo não só a prosperidade econômica e comercial dos Estados Unidos, mas também a “segurança nacional do país”.

Assuntos Relacionados EUA
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343