Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Aftosa no Paraguai

De volta ao mercado

Paraguai volta a expedir licenças de exportação de carne bovina após os casos de febre aftosa registrados no centro no país.

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O Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal do Paraguai (Senacsa) voltou a expedir certificados de exportação para a carne bovina. Os embarques estavam proibidos desde 19 de setembro, quando a OIE reconheceu foco de aftosa no centro do Paraguai.

A restrição continua apenas na área afetada pelo foco. A entrada e saída de bovinos e espécies suscetíveis a febre aftosa, bem como de produtos e subprodutos derivados continua suspensa.

O desafio, agora, é retomar os negócios com os mercados atendedidos pelo país antes do foco ser notioficado. O ministério de relações exteriores do Paraguai dará início às negociações com os importadores para retomar as vendas, de acordo com o Senacsa.

De acordo com o Ministério da Agricultura, o Paraguai ainda não solicitou o apoio do Brasil para investigar o foco de aftosa conforme esteva previsto após reunião em São Paulo, durante o Encontro Nacional de Defesa Sanitária (Endesa). Enquanto isso não ocorrer o mercado brasileiro deverá continuar fechado para os produtos paraguaios.

Conforme Guilherme Marques, diretor de Saúde Animal do Ministério da Agricultura e representante do Brasil no Conselho Veterinário Permanete do Mercosul (CVP), nenhum representanre do Brasil ainda esteve no local do foco e o país ainda não tem a real dimensão das ações para conter a doença em solo paraguaio. Ele acrescenta que alguns países do CVP demosntraram preocupação com a demora do Paraguai em solicitar apoio para investigar o foco.

Antes da restrição nos embarques, esperava-se que o Paraguai se tornasse o oitavo maior exportador mundial de carne bovina neste ano, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A carne é o segundo produto mais importante na pauta de exportação do Paraguai, depois da soja.

Durante os primeiros quatro meses de 2011, o Paraguai exportou 57 mil toneladas de carne bovina, sendo 22 mil toneladas enviadas ao principal comprador, a Rússia. De acordo com a Senacsa, 19 mil toneladas foram exportadas para o Chile. Em 2010, o Paraguai exportou 170,34 mil toneladas de carne bovina, avaliadas em US$ 807 milhões.

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