Por meio de rastreamento, autoridades federais confirmaram que o surto teve origem em uma fábrica da Cargill na Pensilvânia.
Carne com salmonela já contaminou 40 pessoas nos EUA

O número de contaminados por um surto de salmonela nos Estados Unidos, causado pela ingestão de carne moída, aumentou de cinco para 40 em duas semanas, anunciaram hoje os Centros de Controle e Prevenção de Doenças do país.
Por meio de rastreamento, autoridades federais confirmaram que o surto teve origem em uma fábrica da Cargill na Pensilvânia, o que motivou a multinacional a anunciar o recall de cerca de 13,2 toneladas da carne que foi produzida em 25 de março na unidade e enviada a pontos de distribuição em Connecticut, Maine e New York.
Das 40 vítimas, distribuídas em oito Estados, 11 tiveram de ser hospitalizadas. Não houve mortes ligadas à doença.
Leia também no Agrimídia:
- •Suinocultura europeia: adequação da Ucrânia às normas da UE exigirá investimento milionário e reestruturação das granjas
- •Excesso de dados e baixa integração limitam avanço da inteligência artificial no setor avícola
- •Contaminação por poeira em ovos no Reino Unido preocupa setor e exige ajustes no manejo
- •Preços do suíno recuam no Reino Unido enquanto Europa apresenta recuperação gradual
“As infecções por salmonela podem ser fatais, especialmente para aqueles com sistemas imunológicos enfraquecidos, tais como crianças, idosos e pessoas com infecção por HIV ou submetidas a quimioterapia”, disse em nota o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As manifestações mais comuns da salmonelose são diarreia, cólicas abdominais e febre, de seis a 72 horas após a contaminação.
O USDA afirmou que fez a conexão entre os cinco primeiros casos da doença e a carne moída Cargill enquanto investigava um surto de salmonela maior, envolvendo 33 vítimas, em sete Estados.
“Lamentamos por qualquer um que tenha ficado doente por comer carne moída que nós possamos ter produzido”, disse John Keating, presidente da Cargill Beef, em julho.





















