Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Mercado Externo

Setor avícola da França enfrenta “dura concorrência” do frango brasileiro

O fim das ajudas europeias à exportação coloca o setor avícola francês em difícil situação.

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Setor avícola da França enfrenta “dura concorrência” do frango brasileiro

O fim das ajudas europeias à exportação coloca o setor avícola francês em difícil situação, já que o mesmo sofre a dura concorrência dos frangos brasileiros, assunto que poderá ser tratado na visita do presidente francês, François Hollande, ao Brasil. A notícia foi comunicada pela Agência France-Presse.

Hollande está no Brasil esta semana junto com uma delegação de empresários e ministros, entre eles o responsável pelo setor Agroalimentar, Guillaume Garot.

O comércio de frango “não para de crescer”, segundo a FranceAgrimer (centro nacional francês de produtos da agricultura e do mar).

Atualmente, o Brasil leva vantagem porque se transformou em líder na exportação de aves domésticas, na frente dos Estados Unidos e da Europa.

“O problema (que os frangos brasileiros apresentam) é uma questão de competitividade, mas também de subsídios, com perdões da dívida (…) e apoio bancário”, explica uma especialista em Brasil, que pediu anonimato.

O governo brasileiro apoia as exportações sob a forma de créditos com uma parte muito pequena de dinheiro público: “os bancos pagam já que têm a obrigação de conceder créditos preferenciais e porque (os bancos) também têm participações nos criadouros”, informou a fonte.

A isso se soma a depreciação do real, nos últimos meses, que faz com que os frangos brasileiros sejam ainda mais competitivos no mercado mundial.

Por outro lado, o setor francês continua perdendo mercado nos últimos dez anos. As coisas não serão resolvidas com o fim das ajudas à exportação, desde julho, que significavam um apoio ao setor de cerca de 55 milhões de euros (R$176,6 milhões) anuais.

Cabe mencionar que a Arábia Saudita é o principal país cliente dos frangos franceses (40,8% das exportações em 2011 segundo FranceAgrimer), seguida pelo Iemên (10,4%), Rússia (6,6%) e Benim (também 6,6%).

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