Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,77 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,67 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,47 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,42 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,64 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 138,26 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 139,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 153,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 155,16 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 129,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,05 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,09 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.572,66 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,93 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,65 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 153,79 / cx
Mercado Externo

Setor avícola da França enfrenta “dura concorrência” do frango brasileiro

O fim das ajudas europeias à exportação coloca o setor avícola francês em difícil situação.

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Setor avícola da França enfrenta “dura concorrência” do frango brasileiro

O fim das ajudas europeias à exportação coloca o setor avícola francês em difícil situação, já que o mesmo sofre a dura concorrência dos frangos brasileiros, assunto que poderá ser tratado na visita do presidente francês, François Hollande, ao Brasil. A notícia foi comunicada pela Agência France-Presse.

Hollande está no Brasil esta semana junto com uma delegação de empresários e ministros, entre eles o responsável pelo setor Agroalimentar, Guillaume Garot.

O comércio de frango “não para de crescer”, segundo a FranceAgrimer (centro nacional francês de produtos da agricultura e do mar).

Atualmente, o Brasil leva vantagem porque se transformou em líder na exportação de aves domésticas, na frente dos Estados Unidos e da Europa.

“O problema (que os frangos brasileiros apresentam) é uma questão de competitividade, mas também de subsídios, com perdões da dívida (…) e apoio bancário”, explica uma especialista em Brasil, que pediu anonimato.

O governo brasileiro apoia as exportações sob a forma de créditos com uma parte muito pequena de dinheiro público: “os bancos pagam já que têm a obrigação de conceder créditos preferenciais e porque (os bancos) também têm participações nos criadouros”, informou a fonte.

A isso se soma a depreciação do real, nos últimos meses, que faz com que os frangos brasileiros sejam ainda mais competitivos no mercado mundial.

Por outro lado, o setor francês continua perdendo mercado nos últimos dez anos. As coisas não serão resolvidas com o fim das ajudas à exportação, desde julho, que significavam um apoio ao setor de cerca de 55 milhões de euros (R$176,6 milhões) anuais.

Cabe mencionar que a Arábia Saudita é o principal país cliente dos frangos franceses (40,8% das exportações em 2011 segundo FranceAgrimer), seguida pelo Iemên (10,4%), Rússia (6,6%) e Benim (também 6,6%).

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