Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Consumo de ovos nos Estados Unidos está crescendo por conta dos benefícios para a saúde

O consumo de ovos se recuperou um pouco e essa recuperação tende a ficar cada vez maior

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Consumo de ovos nos Estados Unidos está crescendo por conta dos benefícios para a saúde

O consumo per capita de ovos nos Estados Unidos era de em média 374 nos anos 50, mas teve uma queda para aproximadamente 236 ovos nos anos 90. O principal culpado por essa redução no consumo per capita de ovos acredita-se que tenha sido a preocupação com o impacto do colesterol na dieta, que pode levar a incidência de doenças cardíacas. Hoje, décadas de pesquisa demonstraram que muitos outros fatores desempenham um papel mais importante na determinação dos níveis de colesterol no sangue. Assim, o consumo de ovos se recuperou um pouco e essa recuperação tende a ficar cada vez maior.

 “Nós estamos no estágio inicial de uma das mais positivas eras de crescimento a longo prazo para os ovos que nós vimos em décadas”, disse Joanne Ivy, presidente da American Egg Board. Ela participou de uma reunião dos produtores de ovos norte-americanos e da American Egg Board em Atlanta. “A principal razão para isso é que estamos notando uma mudança em como nos alimentamos aqui nos Estados Unidos. Talvez a parte mais importante para nós (produtores de ovos) seja o grande crescimento sustentável e o interesse em proteínas”.

O interesse por proteínas é alimentado pela pesquisa que mostrou que ingerir alimentos ricos em proteína pode proporcionar uma sensação de saciedade e redução do consumo de calorias se comparado com alimentos ricos em carboidratos. Explica o Dr. Mitch Kanter, diretor executivo do Centro Nutricional de ovos.: “Os carboidratos estão levando uma surra dos cientistas”. Diz também que a atual tendência a dietas com proteínas está ficando mais forte e tem poder de permanência; o que se difere da dieta de Atkins do passado, pois é baseada na ciência e possui pesquisas que a apoiam, além de que muito da comoção da dieta de Atkins foi anedótica. Em resumo, o atual movimento em direção ao maior consumo de alimentos ricos em proteína como forma de controlar peso e prevenir obesidade e diabetes está mais relacionado com uma alimentação saudável e não precisa excluir totalmente os carboidratos, tal como indicava a dieta de Atkins.

Ivy disse, “Laranja não é o ‘The New Black’, a proteína sim. A proteína vem guiando a venda de ovos nos últimos três anos e vemos essa continuidade para os próximos anos. Nós notamos esse longo prazo; não se trata de modismo ou simplesmente tendência”.

Existem dados que apoiam as alegações de Ivy eferentes às vendas de ovos. Urner Barry disse que o preço em julho deste ano teve a maior média da história, havia um grande fornecimento de ovos no mercado nesse mesmo mês. A USDA também projetou que o consumo de ovos per capita nos Estados Unidos é de 259, 8 unidades a mais que o último ano. Das principais proteínas animais, os avos foram os únicos que registraram aumento em média desde 2011. Leite e carne bovina registraram queda, enquanto produtos avícolas e suinícolas permaneceram estáveis de 2011.

Com informações do site WattAgNet.

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