Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
Destaque Todas Páginas
Sanidade

Escândalo de ovos tóxicos se alastra

Produto contaminado com inseticida fipronil já é encontrado em 16 países europeus e também na Ásia. Escalada da crise leva União Europeia a convocar cúpula extraordinária

Compartilhar essa notícia
Escândalo de ovos tóxicos se alastra

O escândalo de contaminação de ovos que abala a Europa agora já envolve 16 países no continente e chegou até a Ásia, anunciou a Comissão Europeia nesta sexta-feira (11/08). Os ovos contaminados com fipronil, um inseticida tóxico, foram encontrados em Hong Kong, na Suíça e em 15 países pertencentes ao bloco europeu. 

Usada para combater pulgas, piolhos e carrapatos de animais, a substância é banida da indústria alimentícia da União Europeia.

Granjas foram fechadas em Bélgica, Holanda, Alemanha e França – países em que ovos contaminados com filpronil foram produzidos. Os outros países – Suécia, Reino Unido, Áustria, Irlanda, Itália Luxemburgo, Polônia, Romênia, Eslováquia, Eslovênia e Dinamarca – receberam os ovos por meio de importações.

Hong Kong também recebeu alguns ovos contaminados importados da Holanda, tornando-se o primeiro local na Ásia a ser afetado. A Comissão Europeia não deu mais detalhes.

A escalada da crise a um nível global levou autoridades europeias a propor uma reunião extraordinária em setembro para discutir o tema.

O objetivo seria “tirar as lições relevantes e discutir formas de melhorar a eficácia do sistema da UE para lidar com fraudes alimentares”, disse a porta-voz da Comissão Europeia Mina Andreeva.

A ideia é realizar o encontro apenas em setembro para dar distanciamento do evento e considerar o maior número de fatos possível.

Com a retirada de milhões de ovos e produtos contendo o alimento de supermercados europeus desde que o escândalo veio a público, em 1° de agosto, países envolvidos têm trocado acusações sobre quem seriam os responsáveis.

A Bélgica acusou a Holanda de ter conhecimento das contaminações desde novembro de 2016 e não ter notificado outros países, o que os holandeses negam.

Mas a Bélgica também admitiu que sabia do problema em junho e o manteve em segredo por quase dois meses devido a uma investigação criminal. Investigadores realizaram batidas em diversos locais na quinta-feira e prenderam duas pessoas em uma empresa holandesa.

A Organização Mundial da Saúde afirmou que, quando ingerida em grandes quantidades, a substância pode prejudicar rins, fígado e glândulas tiroides.

No entanto, a maioria dos alemães diz não estar muito preocupada com o tema. De acordo com a pesquisa “Politbarometer”, da emissora alemã ZDF, 61% dos entrevistados não acreditam que sua saúde esteja em perigo.

Assuntos Relacionados
AviculturaovosSanidadesaúde animalunião europeia
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329