País pode perder para o Brasil a posição de principal exportador de farelo de soja do mundo. Estimativa de exportação argentina é de 20 milhões de toneladas
Argentina poderá pagar importações da China com yuan

Está mais barato para a indústria argentina importar soja brasileira do que comprá-la localmente, segundo Dante Romano, professor e pesquisador da Universidade Austral. “Super colheita” no Brasil fez com que preços internacionais caíssem para US$ 40/tonelada. Produção argentina sofreu quebra de 50% durante a safra atual. (Centro de Agronegócios e Alimentos)
O governo busca captar US$ 1,47 bilhão através da inclusão de mais três commodities ao dólar agrícola: sorgo, girassol e cevada. Com essa inclusão, o dólar agrícola passa a contar com quase 30 produtos. Enquanto isso, outra taxa de câmbio especial, o dólar soja, deve seguir até o fim do ano, com objetivo de arrecadar aproximadamente US$ 5 bilhões. Até agora, o dólar soja arrecadou US$ 1,438 bilhão, de acordo com o Banco Central da República Argentina.
A Argentina pode perder para o Brasil a posição de principal exportador de farelo de soja do mundo. Estimativa de exportação argentina é de 20 milhões de toneladas, abaixo dos níveis estimados para o Brasil, que devem estar entre 21 e 23 milhões de toneladas. (Bolsa de Comércio de Rosário)
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O país deve pagar por importações oriundas da China em yuan, moeda comercial chinesa. Após maio, a Argentina poderá pagar o equivalente a US$ 1 bilhão em importações diretamente em yuan. Objetivo é preservar as reservas internacionais de dólar, segundo Sergio Massa, ministro da economia. (Ministério da Economia)





















