Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Santa Catarina

Governador assina convênio para tratamento de dejetos súínos.

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Redação SI 14/09/2005 – Como primeiro resultado da reunião do Fórum Catarinense Permanente para o Controle da Poluição Ambiental por Dejetos Suínos, realizada em Fraiburgo, o governador do Estado Luiz Henrique da Silveira, assinou convênio com o Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT no valor de R$ 700 mil, para implantação de um programa de validação de tecnologias para o manejo, tratamento e valorização dos dejetos suínos em Santa Catarina , visando o
controle ambiental nas regiões afetadas.

Desse montante, R$ 450 mil serão repassados pelo MCT e R$ 250 mil serão liberados pela Fundação de Apoio a Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina – FAPESC. O projeto vai beneficiar pequenos e médios produtos suínos. Dentre as instituições beneficiadas com os recursos estão a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – EPAGRI, a Universidade Federal do Estado de Santa Catarina – UFSC, a Universidade do Oeste do Estado de Santa Catarina –
UNOESC e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA.

O presidente da FAPESC, Rogério Portanova, confirmou que o projeto prevê a realização de estudos e pesquisas para validação de tecnologias de manejo, tratamento, armazenamento e valorização de dejetos suínos na recuperação do meio ambiente e na disseminação da informação. “A poluição ambiental por dejetos suínos em Santa Catarina é um dos maiores problemas do setor agropecuário catarinense e faz-se necessário enfrentá-lo com ações concretas de pesquisa e extensão rural”, frisou.

Na reunião do Fórum realizado em Fraiburgo, a EPAGRI sugeriu quatro linhas de ação para resolver o problema:

1) tecnologias adequadas;

2) definição de políticas e medidas legais;

3) incentivos e instrumentos econômicos e; 4) educação para redução da poluição por dejetos.

Em relação à primeira ação, a FAPESC tem muito a contribuir já que um de seus objetivos é conceder recursos financeiros para projetos de ciência, tecnologia e inovação, segundo o diretor de pesquisa agropecuária da Fundação, Dr. Zenório Piana. Nos últimos anos a FAPESC também vinha apoiando outro projeto (Arranjo Produtivo), com o mesmo objetivo, envolvendo também a empresa Perdigão, UFSC, UNOESC, EMBRAPA e EPAGRI/FUNDAGRO. beneficiando pequenos e medidos produtores das regiões Oeste e Sul de Santa Catarina.


 

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