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Embrapa faz campanha para o Estado adotar o “vazio sanitário”

A medida visa impedir o alastramento do fungo causador da ferrugem asiática, doença que atinge as plantações de soja.

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Redação (15/08/06)- A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Soja, sediada em Londrina, está fazendo uma campanha para a implantação do vazio sanitário no Paraná. A medida visa impedir o alastramento do fungo causador da ferrugem asiática, doença que atinge as plantações de soja. Em breve, o Paraná deve adotar formalmente o vazio sanitário.

O pesquisador José Tadashi Yorinori, especialista em doenças de soja na Embrapa Soja, conta que o vazio sanitário consiste em retirar toda a soja existente no campo, semeada ou não, entre a colheita da safra anterior e o próximo plantio. A medida deve ser aplicada durante 90 dias. O fungo da ferrugem só sobrevive quando tem soja verde no campo. Alguns grãos caem durante a colheita e as plantas nascem. É impossível eliminar todo o desperdício, mas é preciso cuidar na lavoura, explica.

Algumas propriedades, de acordo com Yorinori, também realizam a chamada safrinha entre a colheita e o próximo plantio. Isto pode perpetuar a presença do fungo, criando a ponte verde, que permite a presença contínua do causador da doença. Reduzindo o número de plantas hospedeiras durante o inverno, é possível anular este efeito. Além disso, é necessário que não se semeie a soja irrigada, para não favorecer a atuação do fungo, que depende da umidade para se desenvolver. O fungo não vinga se não tiver umidade. O que nos favorece neste momento é o tempo muito seco, afirma.

Yorinori comenta que a idéia inicial era fazer com que os produtores já adotassem o vazio sanitário na entresafra deste ano, a partir de abril, para que não houvesse perda na colheita nem a utilização de irrigação na plantação. A Embrapa Soja e os órgãos públicos ligados à agricultura fazem uma campanha com o objetivo de estimular as propriedades a adotarem o vazio sanitário espontaneamente, para que não se tenha soja entre os meses de julho, agosto e setembro. Muitos agricultores já aderiram, mas ainda não há uma normatização por parte do Estado. Estima-se que, a partir do ano que vem, os agricultores tenham que se enquadrar mesmo, com legislação estadual aprovada. A única coisa que será liberada é a pesquisa, mas com restrições, informa. O assunto foi tratado na quarta-feira da semana passada, em uma reunião entre Embrapa Soja, Ministério da Agricultura, Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento, Emater e Universidade Estadual de Londrina.

Outros estados brasileiros já adotam, com rigor e obrigatoriedade por meio de legislação, o vazio sanitário nas plantações de soja. A ferrugem asiática traz enormes prejuízos para o setor. No ano passado, o custo ferrugem foi de US$ 2 bilhões no Brasil, entre perdas de grãos, fungicidas, custo de aplicação dos agrotóxicos e perdas do governo sobre a falta de arrecadação. Seiscentas mil toneladas de grãos foram perdidas por causa da ferrugem.

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