Stephanes afima que o Brasil possui minas de fósforo suficientes, que precisam ser melhor exploradas.
Governo estuda políticas de fertilizantes
Redação (19/08/2008)- Estudo do governo para definir políticas de fertilizantes foi apresentado nesta segunda-feira (18), em Brasília, pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, durante reunião da Câmara Temática de Insumos Agropecuários. “No caso dos nitrogenados, a auto-suficiência deve ocorrer no prazo de cinco a dez anos. Em relação ao potássio, importamos 91%. Devemos estudar as minas de Nova Olinda, Amazonas, além duas jazidas em Sergipe, que ainda não estão sendo exploradas. Além disso, devemos fazer análises mais profundas sobre a ocorrência de potássio no recôncavo baiano e a possibilidade de acertar com a empresa Rio Tinto a aceleração do cronograma para as minas de potássio da Argentina”, explicou Stephanes.
O ministro disse que o Brasil possui minas de fósforo suficientes, que precisam ser melhor exploradas. “Também devemos abrir novos mercados nesse setor. O Egito, que vai aumentar sua produção de fósforo, está interessado em encontrar parceiros na exploração de suas minas e fazer contratos de médio e longo prazos”, enfatizou.
De acordo com o presidente da Câmara Temática de Insumos, Cristiano Walter Simon, o agricultor tem racionalizado o uso do fertilizante pela correção da acidez do solo e uso mais racional do calcário, obtendo melhor absorção de nutriente pelas plantas.
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Na reunião, a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda) apresentou dados sobre oferta de fertilizantes. Os números apontam crescimento do estoque inicial, ao sair de 2,2 milhões de toneladas, no período de janeiro a julho de 2007, para 4,3 milhões de toneladas nos primeiros sete meses deste ano. Em relação à produção, também houve aumento, de 5,3 milhões de toneladas, de janeiro a julho de 2007, para 5,5 milhões de toneladas no mesmo período de 2008.
























