Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Governo reforça programa para abate humanitário

Mapa e a Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA) buscam padronizar e melhorar o manejo de forma a garantir menos sofrimento aos animais.

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Redação (13/10/2008)- O governo federal prepara uma força-tarefa para aprimorar o Programa de Abate Humanitário. A parceria entre o Ministério da Agricultura (Mapa) e a Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA) busca padronizar e melhorar o manejo de forma a garantir menos sofrimento aos animais. O treinamento se estenderá por seis meses em cada um dos quatro estados escolhidos. A qualificação terá início em fevereiro de 2009 em Santa Catarina. No RS, a ação deverá ser desenvolvida em 2010. Paraná e São Paulo também estão no cronograma.

O objetivo é, por meio do treinamento de fiscais federais e inspetores de frigoríficos, aprimorar o abate, desembarque, a densidade no transporte, a condução e a manutenção da insensibilização de aves, suínos e bovinos. Neste mês, começam os cursos para a formação da equipe que ministrará os treinamentos. O diretor do Dipoa, Nelmon Oliveira, informa que o abate humanitário está previsto na instrução normativa 3/1998, e todas as plantas dever ter programas nesta área.

"Os benefícios não são só para o bem-estar dos animais, mas também para redução de perdas econômicas", afirma a gerente da WSPA, Charlí Ludtke. Ela pondera que o estresse do animal repercute na carne. "Não é porque o animal é para abate que isso tem que ser feito com sofrimento." Segundo Charlí, a legislação sobre bem-estar animal está sendo revista no Brasil e o país também passa a contar com uma comissão para tratar do assunto. "A OIE e a OMC já estão cobrando isso", observa.

O especialista canadense Luigi Falcitano explica que a atenção ao tema irá crescer no Brasil. "A maior motivação é o mercado da União Européia, onde o consumidor está muito interessado em bem-estar animal." Segundo ele, o investimento é vital para consolidar mercados.

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