Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx

Redução de custos para o controle da ferrugem asiática da soja

A doença exige muita atenção do produtor e a única forma de controle é a aplicação de fungicidas.

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Redação (02/12/2008)- As estimativas de custo no controle da ferrugem asiática da soja, realizados pela Embrapa Agropecuária Oeste, em Dourados/MS, caíram de R$ 91,25, em 2003/2004, para R$ 40,75, em 2008/2009, cada aplicação. O motivo foi a redução de gastos com fungicidas e o aumento da oferta de produtos indicados para o controle da doença.

         A ferrugem da soja é uma doença que exige muita atenção do produtor e a única forma de controle é a aplicação de fungicidas. De acordo com o fitopatologista Alexandre Roese, da Embrapa Agropecuária Oeste, para que a aplicação seja eficiente, é necessário vistoriar a lavoura freqüentemente e intensificar esta prática após o florescimento da soja, quando as chances de ocorrência da ferrugem são maiores.

        O fitopatologista recomenda vistoria das lavouras, pelo menos, de duas a três vezes por semana. “Na aplicação, é necessário observar as regulagens dos equipamentos de pulverização, as condições climáticas do momento, o volume de calda e o tamanho de gotas, além das recomendações dos fabricantes de fungicidas”, ressaltou.

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