Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Redução de custos para o controle da ferrugem asiática da soja

A doença exige muita atenção do produtor e a única forma de controle é a aplicação de fungicidas.

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Redação (02/12/2008)- As estimativas de custo no controle da ferrugem asiática da soja, realizados pela Embrapa Agropecuária Oeste, em Dourados/MS, caíram de R$ 91,25, em 2003/2004, para R$ 40,75, em 2008/2009, cada aplicação. O motivo foi a redução de gastos com fungicidas e o aumento da oferta de produtos indicados para o controle da doença.

         A ferrugem da soja é uma doença que exige muita atenção do produtor e a única forma de controle é a aplicação de fungicidas. De acordo com o fitopatologista Alexandre Roese, da Embrapa Agropecuária Oeste, para que a aplicação seja eficiente, é necessário vistoriar a lavoura freqüentemente e intensificar esta prática após o florescimento da soja, quando as chances de ocorrência da ferrugem são maiores.

        O fitopatologista recomenda vistoria das lavouras, pelo menos, de duas a três vezes por semana. “Na aplicação, é necessário observar as regulagens dos equipamentos de pulverização, as condições climáticas do momento, o volume de calda e o tamanho de gotas, além das recomendações dos fabricantes de fungicidas”, ressaltou.

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