Estados Unidos podem intituir lei de prevenção da crueldade em animais utilizados na produção de alimentos para o governo.
Bem-estar nas granjas

Autoridades norte-americanas querem introduzir uma nova lei chamada de “Prevenção da Crueldade Animal em Granjas”. O objetivo é estabelecer um padrão mais elevado de proteção dos animais utilizados na produção de alimentos que são adquiridos pelo governo federal.
A “Humane Society” dos Estados Unidos (HSUS, sigla em inglês), a maior entidade proteção dos animais do país, elogiou a proposta e quer a aprovação rápida do projeto. A lei apenas exige que os alimentos adquiridos para os programas federais sejam de animais criados com espaço suficiente para se levantar, deitar, virar e esticar as pernas, afirmou a HSUS em um comunicado de imprensa.
“Os americanos estão cada vez mais exigentes e querem a abolição do confinamento abusivo em gaiolas minúsculas em granjas ou frigoríficos”, comentou uma autoridade. “O governo federal tem a responsabilidade de ajudar a liderar o caminho para esta importante questão, assim como muitas empresas do nosso país estão começando a fazer. Esta lei exige que os produtores que vendem carne para o governo federal sigam as mesmas diretrizes de bem-estar animal dos produtores de Califórnia”. As informações são do site internacional World Poultry.
Leia também no Agrimídia:
- •Coreia do Sul avalia sistema de defesa sanitária de suínos no RS para ampliar mercado
- •Alerta de temporais: baixa pressão e frente fria trazem chuvas intensas ao Centro-Sul
- •China deve retomar compras de carne bovina brasileira entre outubro e novembro, avalia Abiec
- •Exportação de frango encosta em US$ 1 bilhão e demanda interna sustenta preços
























