Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Cresce venda de equipamentos

O aquecimento do mercado de alimentos se refletirá na produção de máquinas e equipamentos.

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Redação AI – 06/02/2001 – O aquecimento do mercado de alimentos, com expectativa de crescimento real nas vendas de pelo menos 5% em este ano sobre 2000, se refletirá na produção de máquinas e equipamentos. Segundo matéria publicada no Jornal do Commercio de hoje, os pedidos em carteira indicam que a indústria alimentícia investirá neste ano entre 20% e 30% acima dos US$ 6 bilhões desembolsados no ano passado na aquisição de novas linhas de produção e modernização do parque industrial, podendo bater na casa dos US$ 7,8 bilhões. Essas informações constam do estudo feito pela Câmara Setorial de Máquinas para Indústria Alimentícia, Farmacêutica e Cosmética da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). O levantamento mostra ainda que até 2004 a indústria de máquinas para o setor de alimentos manterá firme o volume de negócios, com expectativas de taxas de crescimento anual da ordem de 15%. A Associação Brasileira das Indústrias Alimentícias (Abia) confirma o bom andamento dos negócios. 2001 crescerá em bases altas. A entidade estima que as vendas reais do ano passado, cujos dados ainda não foram computados, encerram por baixo com alta de pelo menos 3 pontos pecentuais sobre o incremento real de 3,4% registrado em 1999. Pela primeira vez na história os fabricantes de alimentos contabilizarão em 2000 uma receita líquida superior a R$ 100 bilhões graças ao alto consumo de produtos de maior valor agregado.

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