Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Coopercentral Aurora inaugura indústria de suínos de Joaçaba em abril

Com um investimento de R$ 15 milhões, Aurora constrói sua sétima unidade industrial de carnes em Joaçaba (SC).

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Redação SI 01/03/02 – Maior abatedora de suínos de Santa Catarina, a Cooperativa Central Oeste Catarinense, a Coopercentral Aurora, anunciou que está em fase final a construção da nova indústria para abate de suínos no município de Joaçaba. De acordo o diretor industrial da Aurora, Vincenzo F. Mastrogiacomo, a unidade começou a ser construída em fevereiro de 2001 e será inaugurada em 10 de abril, totalizando investimentos da ordem de R$ 15 milhões.

O frigorífico ocupa uma área de 20 hectares do Distrito Industrial de Joaçaba e constitui-se de planta industrial de 15.000 metros quadrados de área coberta, com capacidade para industrializar 200 suínos por hora. A produção inicial será de 1.000 suínos/dia, chegando até o final deste ano a 1.500. Em 2003, em plena carga, o frigorífico processará 2.500 suínos por dia.

Aproximadamente 150 novos empregos diretos serão gerados imediatamente pela nova unidade Aurora. Segundo Mastrogiacomo, quando todo o complexo estiver plenamente instalado o número de novos empregos diretos e indiretos atingirá a 600. As obras civis já estão concluídas, incluindo portaria, administração, vestiários e refeitório, pocilgas, linha de abate, resfriamento, congelamento, estocagem e expedição. A linha industrial, inclusos os setores de choque, sangria, escaldagem, depilação e chamuscador, ainda está em fase de montagem e testes.

O sistema de tratamento de efluentes está concluído e testado, compondo-se de sete lagoas de decantação, peneiras, decantadores e flotadores. A água será captada em riacho e em poço profundo, armazenada em lago artificial para ser utilizada no processo industrial, após o que será novamente tratada e devolvida ao riacho. A rede de alimentação de energia elétrica também encontra-se instalada.

União – Para viabilizar o suprimento de matéria-prima, as quatro filiadas da Coopercentral Aurora que atuam no Meio Oeste catarinense, assumiram o compromisso de expandir a base produtiva, hoje formada por 600 suinocultores e 700 suínos/dia, para alocação diária, na fase inicial, de pelo menos 1.000 animais. As cooperativas de Joaçaba (Cooperio), de Campos Novos (Coopercampos), de Videira (Coopervil) e de Lacerdópolis (Colacer) estão incrementando a assistência técnica e extensão rural para suprir a futura demanda.

O vice-presidente da Coopercentral Aurora, José Zeferino Pedrozo, acredita que a criação de suínos continua sendo a atividade que maior estabilidade proporciona ao produtor rural, especialmente quando participa de sistema integrado de produção agroindustrial. Pedrozo destaca que o ciclo agroindustrial do grande Oeste catarinense, pólo avícola e suinícola latino-americano, não está exaurido: “Ao contrário, graças ao cooperativismo, está reciclando-se, modernizando-se e gerando renda ao produtor e riquezas para o país”, afirma.

A nova indústria injetará na economia regional, em suas diversas fases, de R$ 4 milhões a R$ 8 milhões mensais em salários, matérias-primas, insumos, impostos e fornecedores. “O frigorífico vai revitalizar a economia do Meio Oeste”, comemora o diretor industrial Vincenzo Mastrogiacomo.

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