Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Caso da Chapecó exige paciência

Produtores decidem esperar pela solução do BNDES para compra ou arrendamento da empresa.

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Da Redação 13/03/2003 – Faixas e cartazes de críticas ao governo e à gestão da Chapecó Alimentos ficaram enroladas na assembléia dos integrados da empresa, ontem (12), em Chapecó.

Com quórum de apenas 150 pessoas, a assembléia decidiu esperar o fim do prazo dado ao BNDES para as propostas de arrendamento ou compra da Chapecó, que se encerra segunda-feira. Além da francesa Dreyfuss, outras três empresas fizeram proposta.

Independente do encaminhamento, os integrados devem realizar um grande ato público na quarta-feira (19) em Chapecó. Eles devem fazer uma caminhada até os bancos e a unidade da Chapecó.

A exigência é o pagamento dos valores atrasados aos produtores, que gira em torno de R$ 14 milhões. Os avicultores Zilto Cella e Loacir Tormen têm R$ 4 mil cada para receber. Ambos pediram dinheiro a familiares para pagar financiamento dos aviários que construíram no ano passado.

Cella perdeu 2 mil animais e Tormen cerca de 3 mil, por falta de ração. E eles não estão otimistas quanto a uma solução rápida. O vice-presidente do Sindicato dos Criadores de Aves de Santa Catarina (Sincravesc), Mauro Zandavalli, disse que a exigência junto ao BNDES é de que os integrados tenham garantia de pagamento de quem assumir a Chapecó.

Para amenizar a crise de falta de ração, o alojamento de aves foi reduzido em 40%. O Besc vai liberar R$ 1,5 milhão aos criadores. Os integrados querem que a empresa assuma os custos do empréstimo. O Banco do Brasil também vai liberar recursos.

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