Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Empresa japonesa quer instalar fábrica no Paraná

A intenção é aproveitar a matéria-prima produzida na região, agregando valor ao complexo soja, que participa com 40%das exportações paranaenses.

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Da Redação 24/09/2003 – A empresa japonesa Toshoku, dona exclusiva de uma nova tecnologia de processamento de soja, está buscando parceiros no Paraná. A intenção é aproveitar a matéria-prima produzida na região, agregando valor ao complexo soja, que participa com 40%das exportações paranaenses (principalmente grãos e farelos).

Além de repassar a tecnologia, a Toshoku se compromete a comprar 100% da produção. Para isso é preciso instalar uma fábrica no Estado. A contrapartida do investimento local é de US$ 20 milhões. “É um valor alto – diz o diretor  reeleito da Câmara do Comércio e Indústria Brasil-Japão do Paraná, deputado Luiz Nishimori (PSDB) – mas estudos comprovam que esses recursos serão recuperados em três anos”.

Tecnologia nova

A empresa japonesa desenvolveu a tecnologia de micropulverização da soja. Sem uso de produtos químicos ou calor. Pelo processo, o pó de soja extraído dos grãos conserva todas as propriedades nutritivas originais. Japão e Estados Unidos são os principais compradores do produto.

Cada quilo da farinha microprocessada custa cinco dólares e os japoneses estão dispostos a pagar três dólares e meio ao parceiro brasileiro que topar criar uma joint venture para explorar esse mercado. Representantes da Toishoku acabam de visitar o Paraná. Yoshinori Iwamoto e Ted Hattori estiveram conhecendo cooperativas da região Noroeste. Visitaram a Coamo, em Campo Mourão, e a Cocamar, em Maringá.

Também é possível extrair o pó de gérmen de soja, com tecnologia semelhante, segundo os representantes da empresa japonesa, destinado à fabricação de medicamentos e alimentos dietéticos. “Pesquisas do Japão confirmam o baixo índice de câncer de próstata e mama, devido ao consumo de produtos à base de gérmen, rico em isoflavona”, garante Ted Hattori.

Os técnicos da Coamo e da Cocamar ficaram entusiasmados com a nova tecnologia, de acordo com o diretor da Câmara Brasil-Japão, mas, por enquanto, as conversas não evoluíram na parte financeira. Segundo Nishimori, a instalação da empresa de micropulverização no Paraná permitiria a criação de um parque fabril de transformação do pó em produtos como iogurtes, sucos, leite de soja, queijos, pudins e sorvetes. A farinha já foi experimentada com sucesso pela Nestlé, Parmalat, Unilever Bunge alimentos e Coinbra, informa o deputado.

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