Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,43 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,75 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,29 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,97 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,90 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.570,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.465,74 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,91 / cx
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Empresa japonesa quer instalar fábrica no Paraná

A intenção é aproveitar a matéria-prima produzida na região, agregando valor ao complexo soja, que participa com 40%das exportações paranaenses.

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Da Redação 24/09/2003 – A empresa japonesa Toshoku, dona exclusiva de uma nova tecnologia de processamento de soja, está buscando parceiros no Paraná. A intenção é aproveitar a matéria-prima produzida na região, agregando valor ao complexo soja, que participa com 40%das exportações paranaenses (principalmente grãos e farelos).

Além de repassar a tecnologia, a Toshoku se compromete a comprar 100% da produção. Para isso é preciso instalar uma fábrica no Estado. A contrapartida do investimento local é de US$ 20 milhões. “É um valor alto – diz o diretor  reeleito da Câmara do Comércio e Indústria Brasil-Japão do Paraná, deputado Luiz Nishimori (PSDB) – mas estudos comprovam que esses recursos serão recuperados em três anos”.

Tecnologia nova

A empresa japonesa desenvolveu a tecnologia de micropulverização da soja. Sem uso de produtos químicos ou calor. Pelo processo, o pó de soja extraído dos grãos conserva todas as propriedades nutritivas originais. Japão e Estados Unidos são os principais compradores do produto.

Cada quilo da farinha microprocessada custa cinco dólares e os japoneses estão dispostos a pagar três dólares e meio ao parceiro brasileiro que topar criar uma joint venture para explorar esse mercado. Representantes da Toishoku acabam de visitar o Paraná. Yoshinori Iwamoto e Ted Hattori estiveram conhecendo cooperativas da região Noroeste. Visitaram a Coamo, em Campo Mourão, e a Cocamar, em Maringá.

Também é possível extrair o pó de gérmen de soja, com tecnologia semelhante, segundo os representantes da empresa japonesa, destinado à fabricação de medicamentos e alimentos dietéticos. “Pesquisas do Japão confirmam o baixo índice de câncer de próstata e mama, devido ao consumo de produtos à base de gérmen, rico em isoflavona”, garante Ted Hattori.

Os técnicos da Coamo e da Cocamar ficaram entusiasmados com a nova tecnologia, de acordo com o diretor da Câmara Brasil-Japão, mas, por enquanto, as conversas não evoluíram na parte financeira. Segundo Nishimori, a instalação da empresa de micropulverização no Paraná permitiria a criação de um parque fabril de transformação do pó em produtos como iogurtes, sucos, leite de soja, queijos, pudins e sorvetes. A farinha já foi experimentada com sucesso pela Nestlé, Parmalat, Unilever Bunge alimentos e Coinbra, informa o deputado.

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