Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Coopavel em 2004

O diretor-presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, apresenta os resultados dos trabalhos do último ano e revela os planos da cooperativa para 2005.

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Coopavel em 2004
Dilvo Grolli, diretor-presidente da Coopavel

Da Redação 12/01/2005 – “Este último ano foi bom para a avicultura. Tivemos uma boa venda no mercado externo, o custo de produção no segundo semestre foi reduzido pelos preços do milho e farelo de soja, não tivemos problemas sanitários, crescemos nos índices de produtividade e na melhoria profissional da cadeia, que foi marcante nesse ano de 2004. Quanto à suinocultura, o ano de 2004 foi marcado pela estabilidade do consumo do mercado interno. Já a instabilidade dos compradores no mercado externo, principalmente o mercado russo, gerou estresse no produtor e na agroindústria. Na questão da produtividade industrial, entretanto, tivemos grande progresso. Para 2005, as perspectivas da Coopavel são promissoras para os dois segmentos, desde que não tenhamos problemas sanitários e no mercado externo. O risco brasileiro é sanitário e também precisamos aumentar as nossas performances de negociações com o mercado internacional. A cooperativa já tem metas para crescer 20% na avicultura, com a implantação de uma nova linha de abate de frango e no segmento suinícola, pretendemos expandir 30% na produção e no abate”.

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