Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Exportação

Brasil amplia crédito ao exportador

Governo reforça em R$ 1 bilhão o crédito para exportadores. Orçamento para financiar o embarque subirá de R$ 7,6 bilhões para R$ 8,6 bilhões.

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O Conselho Monetário Nacional (CMN) remanejou R$ 1 bilhão de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para beneficiar linhas de crédito voltadas a exportadores. Com a medida, o orçamento da linha de crédito para financiar o embarque das vendas externas, em 2009, subirá de R$ 7,6 bilhões para R$ 8,6 bilhões.

O dinheiro virá de uma linha para a compra de chassis, ônibus, carretas e tratores, também operada pelo BNDES. Com o remanejamento, essa linha, que faz parte do programa de financiamento de bens de capital, teve o orçamento para este ano reduzido de R$ 18,5 bilhões para R$ 17,5 bilhões.

Segundo o assessor econômico da Secretaria do Tesouro Nacional, Mário Gouveia, a realocação de recursos teve como objetivo adequar os recursos à demanda por crédito. “Como a linha [para os exportadores] está performando muito bem, achamos mais adequado liberar recursos para o pré-embarque”, disse.

O CMN também formalizou a inclusão do programa Caminho da Escola, que financia a compra de ônibus escolares com recursos do BNDES, nas linhas de crédito de bens de capital, que cobram juros mais baixos. A medida havia sido anunciada no mês passado, mas ainda faltavam ajustes técnicos.

“No mês passado, ajustamos a resolução do Caminho da Escolha. Agora, reformulamos a resolução que regula a linha de bens de capital”, explicou Gouveia. Apesar de as mudanças só terem sido concluídas neste mês, o assessor ressaltou que a concessão de empréstimos com juros mais baixos não foi prejudicada.

“A legislação anterior só impedia a equalização dos juros [quando o Tesouro Nacional transfere recursos para cobrir os juros mais baixos cobrados pelas instituições financeiras], mas essa operação só ocorre seis meses depois da contratação do empréstimo”, explicou.

Com a mudança, as linhas de crédito do programa Caminho da Escola têm juros de 4,5% ao ano. Pelas regras anteriores, os financiamentos para ônibus escolares pagavam juros equivalentes à taxa de juros de longo prazo (TJLP), atualmente em 6% ao ano, mais um adicional de 4% ao ano.

O CMN alterou ainda a resolução que regula as linhas pós-embarque, usada por importadores de outros países que compram produtos brasileiros. Segundo Gouveia, a mudança tem como objetivo esclarecer as atribuições do programa.

“A resolução anterior levava à interpretação equivocada e vários exportadores queriam usar as linhas pós-embarque, quando só podem usar os financiamentos pré-embarque”, ressaltou.

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