Marfrig tem aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para arrendamentos de seis plantas brasileiras.
Arrendamentos liberados
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, ontem, arrendamentos de seis plantas industriais pela Marfrig. A empresa firmou dois protocolos com empresas do grupo Margen (Magna e Berque) para arrendar plantas de abate, produção e embalagens de carnes bovinas localizadas em Rio Verde (GO), Paranaíba (MS), Rolim de Moura (RO), Ariquemes (RO), Mãe de Rio (PA) e Paranavaí (PR).
Os acordos foram assinados em 18 de setembro, mas o negócio só será efetivado com a homologação de um plano de recuperação judicial que incluiu a cessão da marca Bom Charque para a Marfrig. O julgamento dos acordos foi bastante simples. O relator do processo, conselheiro Olavo Chinaglia, concluiu que as operações da Marfrig não trazem problemas de competição no segmentos de frigoríficos e indicou que o caso fosse aprovado pelo rito sumário – um sistema pelo qual não é preciso nem a leitura do voto do relator. Os demais conselheiros aceitaram e o caso foi aprovado.
De acordo com informações da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda, em todos os Estados em que houve o arrendamento de plantas pela Marfrig, a participação da companhia no segmento de carne bovina não ultrapassou 20% do mercado total.
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