Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Bovinos

Combate à informalidade

Projeto quer obrigar frigoríficos a apresentar preços, quantidades e outras características do gado adquirido em até cinco dias úteis após o abate.

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Um projeto de lei aprovado ontem pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara quer obrigar frigoríficos com registro no Serviço de Inspeção Federal (SIF) a apresentar preços, quantidades e outras características do gado adquirido de pecuaristas em até cinco dias úteis após o abate. A meta do projeto é combater a informalidade do comércio de carne bovina no Brasil. A menos que seja apresentado pedido de vista para analisar o texto no plenário da Câmara, o projeto seguirá diretamente ao Senado.

A proposta obriga o repasse das informações do peso médio dos animais do lote, o número de animais, os detalhes discriminados por sexo e idade do animal, as condições de pagamento, o preço da arroba ou quilo do animal vivo, a data da comercialização, o nome, o endereço e CPF, ou CNPJ, do vendedor. Pelas regras, as informações serão entregues ao Ministério da Agricultura por meio eletrônico ou papel, assinado apenas pelo comprador, diferentemente da situação atual, em que a papelada tem de ser assinada pelo vendedor.

O projeto de lei determina que, em caso de descumprimento, o estabelecimento será notificado e terá dez dias para regularizar as informações junto ao órgão federal de inspeção e fiscalização de produtos de origem animal. Após esse prazo, o frigorífico pode ter seu registro no SIF cancelado. Uma emenda apensada ao projeto define que o sigilo das informações somente poderá ser quebrado com autorização por escrito dos negociadores do lote.

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