Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,43 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,75 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,29 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,97 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,90 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.570,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.465,74 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,91 / cx
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Agroindústrias

Novos rumos da integração

Texto regulamenta as regras de integração, sistema muito comum nas criações de aves e suínos, ainda gera discussões.

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Novos rumos da integração

Uma batalha entre agroindústrias e produtores está sendo travada nos bastidores desde que o projeto de lei (PL) 8.023 foi aprovado na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, em dezembro do ano passado. O texto regulamenta as regras de integração, sistema muito comum nas criações de aves e suínos e na lavoura de fumo em que o criador recebe orientação e insumos da indústria e lhe assegura venda da produção. Apesar de a proposta estar a um passo de ser apreciada em Plenário, indústrias já costuraram um novo e sucinto texto, que deve ser apresentado no início de outubro para o relator, deputado Valdir Colatto. Alheios ao lobby, criadores estão satisfeitos com o PL 8.023 e, sem saber das tratativas paralelas, buscam apenas o aperfeiçoamento de itens. Em junho, a senadora Ana Amélia Lemos protocolou proposta semelhante no Senado.

A garantia de remuneração mínima e a divisão de responsabilidades sanitárias e ambientais, além das criações do Fórum Nacional de Integração Agroindustrial (Foniagro) e da Comissão de Acompanhamento e Desenvolvimento da Integração e de Solução de Controvérsias (Cadisc) são alguns dos pontos polêmicos do projeto. O presidente da Acsurs, Valdecir Folador, ressalta que, hoje, cada integradora tem seu índice de remuneração e que os produtores não participam da formulação dos cálculos. “Isso tem que ser mais transparente. É preciso viabilizar um valor que contemple ao menos o custo de produção em momentos de dificuldade.” De acordo com o presidente da Ubabef, Francisco Turra, a garantia de renda é uma das exigências que descaracteriza a parceria. “Você ganha ou perde junto”, frisa.

Consenso entre os lados é a importância de um marco regulatório para a ferramenta introduzida no Brasil na década de 60. A porteira da propriedade é a linha divisória do jogo que tem como aposta a definição de obrigações e responsabilidades nas relações contratuais. “Existe necessidade premente de regular a integração”, afirma o presidente da Fetag, Elton Weber. Em um documento que avalia o projeto, setores das agroindústrias avícolas e suinícolas entendem a medida como “salutar”, mas destacam que ela não pode inviabilizar a atividade com “exigências irrealizáveis” e “excessiva burocratização”. Para o presidente da Abipecs, Pedro de Camargo Neto, o PL engessa a relação.

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