Secretaria estadual da Justiça assina convênio com a Tyson do Brasil para contratar presos que cumprem pena em regime aberto.
Tyson contrata presidiários
A Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania assinou convênio com a Tyson do Brasil nesta quarta-feira, dia 09 de novembro, para contratar presos que cumprem pena em regime aberto na Casa do Albergado, em Florianópolis.
“É um orgulho para a secretaria firmar um convênio com uma empresa do porte da Tyson visando a reabilitação econômica e social dos detentos”, destaca a secretária Ada de Luca. Entre outras funções, os presos contratados irão trabalhar na produção de frangos na unidade da empresa em São José, que tem mais de 1.000 funcionários.
A Tyson do Brasil é controlada pela Tyson Foods, uma das maiores processadoras de carne de frango, bovina e suína do mundo. A empresa atua no mercado nacional com a marca Macedo e seus produtos são exportados para União Europeia, Oriente Médio e Ásia.
O número de detentos que serão contratados ainda não está definido, mas o processo inclui uma triagem, que será feita na própria Casa do Albergado, localizada no bairro Agronômica, e só depois eles serão encaminhados para o exame admissional na empresa para preencher as vagas em aberto. “Nossa intenção, inclusive, é manter o contrato destes funcionários mesmo após o cumprimento da pena”, acrescenta o diretor jurídico e de gestão de pessoas, Alberto Martins.
Leia também no Agrimídia:
- •Suinocultores de MG: suíno vivo a R$ 5,30 contra custo de R$ 6,20
- •Preço dos ovos cai até 14% em abril e atinge menor nível real em quatro anos
- •Pamplona Alimentos alcança frota 100% modernizada e eleva padrão de bem-estar animal no transporte de suínos
- •EUA registram primeiro caso de pseudoraiva em granja de suínos após mais de 20 anos
Os presos albergados do regime aberto contratados pela Tyson terão os mesmos benefícios que os outros trabalhadores da empresa como assistência médica e odontológica, vale-transporte e vale-alimentação. “É um convênio pioneiro em Santa Catarina. É a primeira vez que uma empresa estabelece o compromisso de utilizar mão de obra do sistema penitenciário em sua fábrica”, salienta o diretor do Departamento de Administração Prisional (Deap), Leandro Antônio Soares Lima.





















