Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Crise

Milhares de pintos são enterrados vivos em vala na Grande Florianópolis

Mais de 100 mil animais foram mortos devido à falta de ração no mercado. Outros produtores resolveram interromper criações até que tudo normalize.

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Cerca de 114 mil pintos foram enterrados vivos na quarta (15) e quinta-feira (16) em uma granja em Paulo Lopes, na Grande Florianópolis. Também foram jogados fora ovos contendo pintos prestes a nascer (veja o vídeo). De acordo com o dono do estabelecimento, falta ração para os animais.

Produtores de todo o estado estão com dificuldades semelhantes. Em Nova Veneza, no Sul de Santa Catarina, o criador Ovidio Frigo, que possui 20 mil frangos, está economizando ração fornecida pela empresa há quatro meses. O avicultor lamentou “A gente tem que tirar do próprio bolso para manter o aviário em funcionamento. O que a gente está recebendo realmente não está cobrindo as despesas”.

Outros produtores preferiram interromper a produção. Maria Helena Alexandre, de Siderópolis, também no Sul do estado, está esperando a situação se normalizar para não deixar os animais com fome. “É melhor ficar parado do que ficar trabalhando no prejuízo”, explicou.

Segundo a empresa fornecedora de ração, as razões para o problema são o aumento na exportação do milho e o excesso de chuvas que ocorreram no Paraná e Mato Grosso.

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